segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Comcap prepara-se para combater os estragos das enchentes

A Companhia Melhoramentos da Capital (Comcap) articulou equipe de 50 voluntários para limpar a praia de Atalaia, em Itajaí, no sábado. De acordo com o presidente da Comcap, Wilson Cancian Lopes, que participou do mutirão, foram retiradas 240 toneladas de resíduos, principalmente materiais inertes como madeiras e troncos de árvores depositados na orla pela ação da maré.

_ Em menos de 12 horas tivemos a satisfação de reabilitar a maior praia para a cidade de Itajaí. Chegamos pela manhã e só havia mau cheiro e entulho, antes de sairmos a praia já estava tomada de surfistas, de pessoas jogando futebol, tomando sol e até pousando de parapente.

O prefeito de Itajaí, Volnei Morastoni (PT) foi até o local agradecer o trabalho e informou que o mutirão na praia cumpriu parte importante da limpeza geral da cidade depois das chuvas e alagamentos, feita com o objetivo “de levantar a auto-estima” dos moradores. As principais ruas já estão limpas e floridas, a coleta de resíduos sólidos foi regularizada durante a semana passada, cerca de 200 animais de pequeno porte (principalmente cachorros) já foram enterrados, assim como mais de mil cabeças de gado no meio rural. Seguem, entretanto, as operações de remoção de entulho nas ruas e nas praias para que, inclusive o lazer, possa ser restabelecido na cidade.

_ A limpeza deve demorar uns dois meses. Até o final, vamos tirar umas 12 mil carradas de entulho e sujeira. Agradecemos muito a ajuda da Capital, porque os municípios vizinhos também foram atingidos e não poderiam nos socorrer _ observou o prefeito.

No sábado à tarde, a prefeitura disponibilizou duas retroescavadeiras e quatro caminhões para reforçar a frota que havia sido colocada na praia pela Comcap (uma retroescavadeira e quatro caminhões). No total, foram retirados 300 metros cúbicos pelo maquinário da Comcap e outros 150 metros cúbicos pelo da prefeitura.

A Comcap custeou o transporte para os empregados – dos setores operacional e administrativo – que, voluntariamente, doaram um dia de trabalho aos atingidos.

_ O dia não será remunerado e tivemos a participação, além dos empregados da Comcap, de voluntários organizados pelas intendências de Ratones e Canasvieiras – informou o diretor de Operações da Comcap, Edinon Rosa.

A intendente de Ratones, Dorci Linhares, acompanhou o grupo para entregar à Defesa Civil uma carga de caminhão em donativos.



Assessoria de Comunicação Social da Comcap

Adriana Baldissarelli, fones 3271 6842 e 9961 0458

Celesc e a calamidade

Celesc prorroga prazo para pagamento de fatura de energia para
consumidores dos municípios em calamidade pública
Florianópolis, 08/12/2008 12:08:30


A Celesc Distribuição decidiu, em virtude da situação existente nos 14
municípios catarinenses onde foi decretada calamidade pública, dar mais
prazo para os consumidores desses municípios pagarem as faturas de energia
elétrica.

Todas as faturas com vencimento entre 23 de novembro e 31 de dezembro de
2008 poderão ser pagas, com isenção total de juros e correção monetária,
até 15 de janeiro de 2009. Terão direito a essa prorrogação os
consumidores dos seguintes municípios: Benedito Novo, Brusque, Blumenau,
Camboriú, Gaspar, Ilhota, Itajaí, Itapoá, Luis Alves, Nova Trento, Rio dos
Cedros, Rodeio, Timbó e Pomerode.

Centrais Elétricas de SC SA

Medida Provisória deve destinar R$ 150 mi para construção de casas em SC

Nesta segunda-feira (8) o senador Neuto de Conto anunciou à diretora
presidente da Cohab/SC, Maria Darci Mota Beck, que a Comissão Mista de
Orçamento do Congresso Nacional irá propor a destinação R$ 150 milhões à
construção de moradias. O montante faz parte do valor total da Medida
Provisória que deve ser votada ainda esta semana para socorrer o Estado de
Santa Catarina.

“Os recursos serão destinados aos atingidos pelos deslizamentos e
enchentes do último mês, além das famílias que precisam ser removidas das
áreas ribeirinhas, alagadiças e de encostas”, afirmou Maria Darci.

A comissão formada pelo presidente, o deputado Mendes Ribeiro, o relator,
senador Delcídio Amaral, a relatora setorial da Área de Defesa Civil,
senadora Kátia Abreu, os três senadores do estado e todos os deputados
federais, esteve reunida com o governador Luiz Henrique da Silveira na
sexta-feira (5). Na próxima terça-feira (9), a Comissão apresentará um
relatório sobre a situação em Santa Catarina ao ministro da Fazenda, Guido
Mantega.

Companhia de Habitação de SC

MEC delega a Paulo Bauer apuração de prejuízos em escolas municipais

O Ministério da Educação e Cultura (MEC) delegou para o secretário de
Estado da Educação, Paulo Bauer, a tarefa de elencar os prejuízos que as
cidades atingidas pela enchente e pelos deslizamentos tiveram na rede
municipal de ensino. Para conseguir estas informações, ele vai a Itajaí e
Blumenau na próxima quarta-feira (10).

A partir das 14 horas, Bauer estará na Secretaria de Desenvolvimento
Regional (SDR) em Blumenau, onde conversa com os secretários de Educação
dos municípios da região. Às 16h30, ele faz uma segunda reunião, na SDR de
Itajaí. “Na última quinta-feira, em Brasília, o MEC nos passou a
incumbência de conversar com os responsáveis pela educação nos lugares que
foram prejudicados pela calamidade. A meta é facilitar os procedimentos e
agilizar ações efetivas para a recuperação das escolas municipais”,
explicou o secretário.

O MEC quer um levantamento para liberar recursos que podem ajudar na
recomposição das unidades de ensino. Na reunião da última quinta-feira, o
secretário-executivo do Ministério, José Henrique Paim, afirmou que a
verba virá como uma “injeção extra” por meio do Programa Dinheiro Direto
na Escola (PDDE), que cobre pequenas despesas. Isso permitirá a aquisição
de equipamentos como carteiras e computadores, por exemplo.

Secretaria de Estado da Educação, Ciência e Tecnologia

Operações Aéreas da Defesa Civil resgatam mais de 1,2 mil pessoas

Operações Aéreas da Defesa Civil resgatam mais de 1,2 mil pessoas
atingidas pelas fortes chuvas em SC
Navegantes, 07/12/2008 15:19:06


A Coordenadoria Geral de Operações Aéreas da Defesa Civil (COADC), com
base no aeroporto de Navegantes, resgatou 1.249 vítimas no período de 24
de novembro até o último sábado (6), com a realização de 717 missões. Em
cerca de 545,6 horas de vôo, as equipes removeram 11 vítimas fatais. As
operações do COADC incluem transporte de mantimentos e medicamentos,
pessoas feridas, médicos e equipes que atuarão em buscas nas áreas
afetadas pelas fortes chuvas em Santa Catarina.

O número de cestas básicas distribuídas soma 1.149, o que representa
29.150 quilos. Setenta e dois fardos de água ou 4.248 litros foram
entregues, além de 1.276 litros de leite. Desde a liberação da maioria das
estradas e acessos após as chuvas, a Defesa Civil prioriza o transporte de
mantimentos por via terrestres, com caminhões.

Neste domingo (7), as operações aéreas estão concentradas em transporte de
equipes da Força Nacional, que continuam as buscas por vítimas fatais, e
deslocamento de geólogos e geógrafos do Departamento de Geociências da
Universidade Federal de SC, Associação Brasileira de Mecânica dos Solos e
Engenharia Geotécnica (ABMS) e os Institutos de Pesquisas Tecnológicas
(IPT) e Geológico (IG). O grupo está inspecionando as áreas de risco no
Complexo do Baú, em Ilhota, para possível liberação parcial, conforme
condições de solo e tempo.

Secretaria de Estado de Comunicação

Regional de Blumenau precisa de doações e tem estrutura para armazenar

A Secretaria de Estado de Desenvolvimento Regional de Blumenau ainda
precisa de doações e tem lugar para estocar os produtos que chegam ao
setor 1 da Vila Germânica, em Blumenau (SC). O volume de doações não é
problema na Central de Recepção blumenauense.

De acordo com o secretário regional Paulo França, as doações são muito
importantes para a continuidade do trabalho que está sendo feito. “Mesmo
que as águas abaixaram ainda temos milhares de desabrigados que perderam
tudo ou parte dos seus bens. Esta situação irá durar algum tempo ainda e
precisamos projetar o futuro”.

Dentre as doações, os alimentos não perecíveis; alimentos infantis, como
leite NAN, Mucilon, achocolatados; e produtos de higiene pessoal, como
fraldas descartáveis e absorventes, estão entre as prioridades.

Além do depósito blumenauense (Rua Alberto Stein, 199, bairro Velha),
outras secretarias regionais localizadas no litoral sul e norte (Criciúma,
Araranguá e Joinville), além das secretarias localizadas nas regiões mais
afetadas (Timbó, Brusque, Jaraguá do Sul e Itajaí), também têm estruturas
para receber doações.

“Toda a ajuda é fundamental para que os municípios da Regional de Blumenau
(Blumenau, Gaspar, Ilhota, Luis Alves e Pomerode) possam superar esta
tragédia. De um lado estão os voluntários que emprestam o seu tempo em
prol dos necessitados. De outro estão os doadores que não deixam faltar
nada para as pessoas que tiveram perdas”, finaliza França.



Confira como você pode ajudar:



- Alimentos não perecíveis

- Alimentação infantil: Leite, leite NAN, Mucilon, Achocolatados, entre
outros.

- Produtos de higiene pessoal: absorventes, fraldas descartáveis infantis
e geriátricas.

- Produtos de Limpeza: Água sanitária, desinfetantes em geral.



Doações em dinheiro:



Banco/SICOOB SC - 756 - Agência 1005, Conta Corrente 2008-7

Caixa Econômica Federal - Agência 1877, operação 006, conta 80.000-8

Banco do Brasil - Agência 3582-3, Conta Corrente 80.000-7

Besc - Agência 068-0, Conta Corrente 80.000-0

Bradesco S/A - 237 Agência 0348-4, Conta Corrente 160.000-1

Itaú S/A - 341, Agência 0289, Conta Corrente 69971-2

Sicredi - 748, Agência 2603, Conta Corrente 3500-9

Santander - 033, Agência 1227, Conta Corrente 430000052

Banrisul - 041, Agência 0131, Conta Corrente 06.852725.0-5



OUTRAS INFORMAÇÕES:



Boletins e Notícias: www.defesacivil.sc.gov.br; www.desastre.sc.gov.br



Fotos, Áudios e Notícias: www.sc.gov.br/webimprensa



Notícias da Regional de Blumenau: www.bnu.sdr.sc.gov.br



Ass. de Comunicação: fone (47)8829-4287 / E-mail:
imprensa@bnu.sdr.sc.gov.br

Secretaria de Estado de Des Reg Blumenau

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Grupo de reação à calamidade

Grupo de reação à calamidade, do Governo do Estado, reúne-se para
determinar ações imediatas
Florianópolis, 04/12/2008 16:40:03


Secretários de Estado e presidentes de estatais se reuniram na tarde desta
quinta-feira (4) para a primeira reunião do Grupo de Reação à Calamidade,
criado por decreto pelo governador Luiz Henrique. O grupo irá apoiar os
municípios atingidos e agilizar o repasse dos recursos do Governo Federal.
O secretário de Articulação Nacional, Geraldo Althoff, determinou que cada
órgão defina um representante para se dedicar em tempo integral aos
trabalhos e listou um esboço do plano com quatro eixos de ações, que
começa a ser posto em prática imediatamente.

“O primeiro eixo é o cidadão, que deve receber assistência social porque
está com auto-estima comprometida e precisa ser estimulado a reagir e
reconstruir a vida”, disse. Segundo Althoff, além dos benefícios concretos
que o poder público deve levar, o contato pessoal é fundamental. O segundo
eixo é o setor produtivo, que deve ser mobilizado para garantir fomento em
todas as áreas produtivas atingidas. Ao setor público, terceiro eixo de
ação, caberá resolver os problemas existentes nos serviços básicos e de
infra-estrutura para agilizar o reaquecimento do setor produtivo, assim
como recuperar o patrimônio público atingido.

A quarta linha de ação é a prevenção. A Fapesc será utilizada como
referência nesse processo a partir das informações disponíveis e ações já
realizadas. Assim, o Estado poderá atuar com vigor em áreas como
monitoramento de eventos climáticos e ordenamento territorial. “A
participação das prefeituras e SDRs será fundamental para o estudo das
bacias hidrográficas”, disse. Althoff lembrou que, na condição de
secretário de Articulação Nacional e de coordenador do Grupo de Reação,
manterá contato permanente com a esfera federal e a bancada federal de SC.

O diretor do Tesouro Estadual, Cleverson Siewert, disse que é preciso ter
os dados sobre perdas e necessidades para, a partir deles, atuar
intensivamente na captação e alocação de recursos. Para o secretário da
Administração, Antônio Gavazzoni, a partir de agora o grupo precisa estar
100% comprometido e coeso, para dar conta das pressões sobre o governo. “O
governador e os órgãos envolvidos, com destaque para a Defesa Civil, tem
atuado de forma exemplar, mas o governo será cobrado cada vez mais, e é
nosso papel responder às demandas”, disse.

A diretora da Cohab/SC, Maria Darci Mota Beck, apresentou um plano de ação
para construção de casas para os desabrigados. Segundo ela, além dos
recursos estaduais vindos da Defesa Civil, orçamento do Estado e da
própria Companhia, já estão disponíveis, até o momento, R$ 7 milhões
vindos da iniciativa privada. Com este valor, é possível construir cerca
de 450 casas. A Cohab já contratou 150 kits de casa de madeira
desenvolvidos em Lages e conseguiu ainda kits para aproveitamento da
energia solar e uso de energia elétrica de forma econômica, 200 fogões e
três mil geladeiras.

Segundo ela, o principal problema agora é a falta de terrenos, já que
muitos foram devastados e os disponíveis são muito caros. “Vamos
aproveitar a experiência de nossas equipes no furacão Catarina e nas
outras enchentes, em parceria com a Defesa Civil, Celesc, Casan e Fatma”,
disse. As casas serão construídas em locais que passarão por uma análise
geológica para aprovação. O valor estimado para a construção das três mil
casas, meta da Companhia, é de R$ 200 milhões. Só serão atendidas pessoas
cadastradas pela defesa civil. “As primeiras casas serão construídas esta
semana em Itajaí, que já dispunha de terrenos para as obras”, completa a
presidente.

Para Ivan Ranzolin, da SCGás, a palavra de ordem é planejamento. “O
trabalho de reconstrução deve ser feito junto às prefeituras”, lembrou.
Ele explicou que o Estado precisa atuar perante a emergência de tratar o
cidadão afetado que muitas vezes demonstra resistência em relação ao
abandono de sua casa, localizada em área de risco.

“Este desastre superou todas as expectativas”, ressaltou o major Márcio
Luiz Alves, diretor da Defesa Civil. “Não esperávamos que chovesse tanto e
que o comportamento do solo responderia desta maneira. Nosso principal
problema são os deslizamentos”, explicou. Segundo ele, por causa do
tamanho do estrago será difícil compor rapidamente um diagnóstico próximo
da realidade. “Algumas localidades em Ilhota e Gaspar, por exemplo, ainda
está inacessíveis”.

O diretor da Defesa Civil ainda explica que os R$ 16 milhões já
depositados nas contas do Fundo Estadual do órgão serão destinados ao
atendimento da população afetada. A previsão do Banco do Brasil é de que,
até o final de semana, a quantia alcance R$ 20 milhões, a qual, segundo
Alves, ainda é insuficiente. “Essas pessoas precisarão de talheres e
pratos, por exemplo. O objetivo deste fundo é exatamente devolver a
dignidade a estes cidadãos", completou.

Secretaria de Estado de Comunicação

Inicia primeira fase de desmobilização das operações aéreas em Navegantes

Retornaram para suas bases as primeiras equipes que auxiliaram nos
resgates e salvamentos em Santa Catarina nesta quinta-feira (4). Os
helicópteros e homens dos batalhões de aviação da Polícia Militar e do
Corpo de Bombeiros de Minas Gerais, do IBAMA, da Polícia Rodoviária
Federal com dois helicópteros e uma aeronave da Marinha foram liberados
pelo tenente-coronel Nilton Kern Pinto.

A movimentação no aeroporto de Navegantes ainda é intensa, contudo,
conforme informou o tenente-coronel Kern, “a desmobilização será realizada
paulatinamente de acordo com a evolução da situação”.

Outra avaliação feita pelo diretor do Departamento da Força Nacional de
Segurança Pública/SENASC, coronel Luiz Antônio, é de que não será
necessário o aumento do efetivo da Força Nacional que atua na região. O
coronel Luiz Antônio esteve na coordenadoria de Operações Aéreas fazendo
uma avaliação da equipe da Força Nacional, com 38 homens na operação.
“Permanecerá em Santa Catarina uma das melhores equipes, especializada em
resgate e busca em áreas colapsadas”, afirmou.

Toda a avaliação do diretor do SENASC será remetida á Secretaria Nacional
de Segurança Pública, em Brasília, para que o Governo Federal tenha o
quadro atual da situação vivida pelos órgãos de defesa civil e segurança
pública. O coronel destacou a gestão das operações aéreas e a “excelente
coordenação realizada compatibilizando as ações de defesa civil e
segurança pública”.

Secretaria de Estado de Comunicação

Bombeiros realizam operações de busca e resgate no complexo do Baú

Com a autorização do Departamento Estadual de Defesa Civil, equipes de
resgate, coordenadas pelo Comando Geral do Corpo de Bombeiros Militar de
Santa Catarina (CMSC), retomaram, nesta quinta-feira (4), as operações de
busca e resgate de corpos e possíveis sobreviventes nas áreas consideradas
de alto risco do complexo do Baú, no município de Ilhota.

O acesso ao local foi liberado apenas para as equipes que realizam o
trabalho de resgate, devido à possibilidade de novos deslizamentos. O
CBMSC apresentou um plano de contingência especial com o objetivo de
garantir a integridade física dos envolvidos na operação. O acesso de
particulares e da imprensa continua proibido.

De acordo com os geólogos do Instituto de Pesquisas Tecnológicas, que
estiveram no local, a liberação definitiva da área pode demorar até 20
dias.

Conforme o comandante Geral do CBMSC, coronel Álvaro Maus, um posto de
comando foi montado na região para operar com toda a segurança necessária.
“ Trata-se de um operação que demanda diversos cuidados, devido ao risco
do terreno, porém, todas as medidas de segurança estão sendo adotadas. Nas
outras regiões as operações acontecem normalmente”, explica.

Secretaria Executiva da Justiça e Cidadania

RIC Record Lages arrecada donativos para vítimas das enchentes

A ajuda de Santa Catarina continua vindo de todos os cantos. Em Lages, a RIC Record mobilizou rapidamente seus parceiros, e numa ação imediata, arrecadou dez toneladas de mantimentos e roupas.

As doações arrecadadas pelo CEC (Colégio de Educação Cristã), CDL e SESC de Lages foram enviadas a ADRA, Assistência de Desenvolvimento e Recursos Assistenciais da Igreja Adventista e a Defesa Civil de Blumenau, que encaminharam os donativos as vítimas das enchentes no Vale do Itajaí.

Ajude você também a reconstruir Santa Catarina e contribua com a campanha da Rede Record. Deposite qualquer valor na conta do Instituto Record de Responsabilidade Social c/c: 2500-3, agência: 0922-9, Banco Bradesco. Para mais informações e conferir a lista de pontos de arrecadação espelhados por todo o Estado acesse www.ric.com.br

Defesa Civil divulga lista com prioridade de doações

Após o anúncio da retomada das arrecadações de doações em Santa Catarina,
feito pelo governador do Estado, Luiz Henrique da Silveira, o Departamento
Estadual de Defesa Civil divulgou, no início da tarde desta quinta-feira
(4), no site www.desastre.sc.gov.br, link doações, uma lista com
prioridades de suprimentos.

Conforme o secretário da Justiça e Cidadania, Justiniano Pedroso, as
Centrais de Arrecadação e Distribuição estão cheias de doações, porém,
novas estruturas estão sendo providenciadas em outras regiões do estado
para garantir mais espaço. “A suspensão foi momentânea. Agora com mais
locais de arrecadação é possível comportar mais ajuda”, afirma.

As doações já ultrapassam 1,5 milhão de tonelada de alimentos, 1,3 milhão
de litros de água, mas de 100 toneladas de roupa, além de dezenas de
caminhões carregados com material de higiene pessoal, produtos de limpeza,
entre outros.

“A solidariedade é tanta que superou a capacidade de armazenamento que
tínhamos disponível, porém com o apoio das estruturas regionalizadas de
governo vamos atender a demanda. Pedimos desculpas e paciência aos
motoristas que enfrentam filas para poder descarregar mercadorias. Neste
momento devemos estar unidos para vencer as adversidades e retornar à
normalidade ”, enfatiza Pedroso.

A recomendação é para que as empresas ou pessoas de outros estados que
tiverem interesse em fazer doações entrem em contato com o Departamento de
Defesa Civil do seu Estado. Para agendar o envio de doações o contato deve
ser feito pelo telefone: (48) 4009 9886.

Os catarinenses devem ligar a Defesa Civil do seu município, no 199; para
a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Regional mais próxima; ou
procurar locais de arrecadações para entregar suas doações.

Prioridade de doações divulgadas pela Defesa Civil:

Produtos Higiene Pessoal:

Sabonetes

Escova de dente

Creme dental

Rolos papel higiênico

Caixa cotonete

Shampoo’s

Pentes

Toalhas de rosto e banho

Absorventes/ Fraldas geriátrica



Produtos para Limpeza:

Vassouras

Rodos

Panos de chão

Baldes

Sabão em pó

Água Sanitária

Sacos de lixo (50 e 100 litros)

Esponja

Detergente



Produtos Infantis:

Fraldas

Bicos

Mamadeiras



Produtos Diversos:

Colchões

Travesseiros

Cobertores

Roupa de cama

Pratos de plástico (Duráveis)

Copos de plástico (Duráveis)

Talheres

Sacos de plástico de 3 e 5 Litros, sem ser de lixo, para condicionar kits
de higiene Pessoal

Lonas plástica

Utensílios Doméstico


Secretaria Executiva da Justiça e Cidadania

Governo do Estado garante continuidade do recebimento de doações

Governo do Estado garante continuidade do recebimento de doações aos
atingidos pelas chuvas em SC
Florianópolis, 04/12/2008 11:58:49


O Governo do Estado assegurou na manhã desta quinta-feira (4) a
continuidade do recebimento de doações aos atingidos pelas enxurradas
registradas em Santa Catarina. De acordo com o comunicado, a Defesa Civil
Estadual vai utilizar a estrutura descentralizadas das Secretarias de
Desenvolvimento Regional para armazenar as doações que não param de chegar
ao Estado.

O volume de doações de mantimentos criou problemas de logística, agora
superados com a determinação de encaminhamento das doações às SDRs
localizadas no litoral sul e norte (Criciúma, Araranguá e Joinville), além
das secretarias localizadas nas regiões mais afetadas (Blumenau, Timbó,
Brusque, Jaraguá do Sul e Itajaí).

A retomada do recebimento de doações ocorre logo após a suspensão
temporária anunciada quarta-feira (3), diante da situação das Centrais de
Arrecadação e Distribuição, montadas pelo Governo do Estado, que tiveram
superada sua capacidade de armazenamento disponível naquele momento.

Além do reforço das Secretarias Regionais, na próxima semana a logística
será ampliada ainda mais, com a entrada em operação de uma nova Central de
Arrecadação e Distribuição, com dez mil metros quadrados, na Grande
Florianópolis.

Secretaria de Estado de Comunicação

Cohab/SC cria plano de ações para apresentar ao Grupo de Reação à Calamidade

A diretora presidente da Companhia de Habitação do Estado de Santa
Catarina (Cohab/SC), Maria Darci Mota Beck, foi chamada pelo governador
Luiz Henrique da Silveira para participar do Grupo de Reação à Calamidade,
criado ontem por ele, através de um decreto, em Florianópolis. O grupo irá
apoiar os municípios atingidos e agilizar o repasse dos recursos do
Governo Federal, garantidos por um decreto assinado pelo presidente Luiz
Inácio Lula da Silva no dia 26 de novembro.

A Cohab/SC já começou a trabalhar em torno de projetos para construção de
casas, criando um plano de ações internas para atuar em áreas específicas,
com comissões técnicas que possam ajudar as cidades atingidas. “Entre os
pontos estabelecidos está a elaboração de critérios para a distribuição
proporcional de imóveis, com a parceria dos municípios”, conta Maria Darci
Mota Beck.

Nesta quinta-feira, às 14h, o Grupo de Reação se reunirá na Secretaria de
Administração para definir um plano de atendimento emergencial. “Vou
solicitar ao Governo do Estado um repasse de R$ 10 milhões para a
construção das casas”, afirma a diretora presidente.

Além dos recursos estaduais vindos da Defesa Civil, Orçamento do Estado e
da própria Cohab/SC, já estão disponíveis, até o momento, mais de R$ 6,1
milhões vindos da iniciativa privada, kits para aproveitamento da energia
solar e uso de energia elétrica de forma econômica, 200 fogões e 3 mil
geladeiras. “As primeiras casas serão construídas esta semana em Itajaí,
que já dispunha de terrenos para as obras. Vamos ajudar todas as famílias
atingidas, sem esquecer daquelas que vivem em áreas rurais, para que
permaneçam no campo”, destaca Maria Darci Mota Beck.

Companhia de Habitação de SC

Marmitas serão distribuídas para atingidos pelas enchentes

Balneário Camboriú – O curso de Turismo e Hotelaria da Universidade do Vale do Itajaí (Univali) Campus Balneário Camboriú vai realizar em 6 de dezembro, sábado, um “Almoço solidário” para beneficiar as pessoas atingidas pelas enchentes de Balneário Camboriú, Camboriú e Itajaí. Serão produzidas 1 mil marmitas que vão distribuídas em residências dos bairros mais atingidos. Os alimentos vão ser produzidos na Cozinha Pedagógica II, bloco 7, a partir das 9h.

Esta atividade é programada pelos alunos das disciplinas de Planejamento de Eventos do 4º período que irão fazer toda a logística de organização e entrega das marmitas, e também por alunos da disciplina de Gastronomia do 6º período do curso que vão produzir estes alimentos. Esta ação serve como atividade interdisciplinar, despertando também o espírito de cidadania nos alunos. A atividade ainda conta com a colaboração de empresários parceiros e funcionários da Univali.

Mais informações: (47) 3261-1283 com Silvia Regina Cabral.

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Santa Catarina é referência em método de organização de emergência

Um método americano adaptado para a realidade brasileira pela Defesa
Civil de Santa Catarina e pelo CEPED - Centro de Pesquisa e Estudo de
Desastre da UFSC, é a ferramenta utilizada para gerenciar o sistema de
comando de operações – SCO - e todos os órgãos que fazem parte do comando
unificado, coordenado pela Defesa Civil de Santa Catarina.

Ao todo são 11 órgãos atuando nas operações de resgate, salvamento,
transporte de alimentos, água; na realização de estudos técnicos sobre as
áreas atingidas; nos sobrevôos e a partir desta quarta-feira (3/12) nas
vistorias que serão realizadas.

O método aplicado desde que as fortes chuvas começaram a causar estragos
em Santa Catarina administra por objetivos. Conforme explicação do
tenente-coronel Alexandre Lucas Alves, de Minas Gerais, está em Santa
Catarina “a medida que as demandas forem surgindo elas se transformam em
objetivos que desencadeiam os planos de ação”. Alves aprendeu a técnica
em Santa Catarina em 2006 e está atuando junto á coordenadoria.

“Santa Catarina é multiplicadora e uma referência nesta ferramenta. Viemos
agora para agregar e compartilhar experiências a uma gestão muito bem
feita e competente que já vinha sendo realizada pela Defesa Civil
catarinense”. O tenente-coronel Milton Kern Pinto, é o coordenador-geral
das Operações Aéreas da Defesa Civil e da Polícia Militar e comandante do
Batalhão de Aviação da Polícia Militar Catarinense.

Sob a coordenação do tenente-coronel estão 85 pilotos e 20 aeronaves das
polícias militares de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Paraná e
Rio Grande do Sul; da Marinha do Brasil; ainda o IBAMA, as polícias
civis de Santa Catarina e São Paulo e o Corpo de Bombeiros Militar de
Minas Gerais. Kern esclarece ainda que toda a operação é um gerenciamento
de Defesa Civil Colegiado. “Há um comando unificado que toma as decisões
de acordo com a vocação de cada órgão envolvido”.

Os 11 órgãos operando na coordenadoria são o Governo do Estado de Santa
Catarina; Polícia Militar de Santa Catarina; Corpo de Bombeiros Militar de
SC; Departamento de Infra-estrutura-SC; IPT – Instituto de Pesquisas
Tecnológicos/SP; IG – Instituto Geológico/SP; Secretaria de Estado da
Saúde/SC; Universidade Federal de Santa Catarina; ABMS – Associação
Brasileira de Mecânica dos Solos e Engenharia Geotécnica/SP; Secretaria de
Comunicação/SC; Força Nacional.

Secretaria de Estado de Comunicação

Enchente: Ideli pede alterações no Orçamento de 2009 para atender Santa Catarina

A coordenadora do Fórum Parlamentar Catarinense, Ideli Salvatti (PT-SC), afirmou nesta quarta-feira (3), durante reunião com deputados e senadores na Liderança do PT no Senado, que considera fundamental a visita que o relator do Orçamento de 2009, senador Delcídio Amaral (PT-MS), fará à Santa Catarina nesta sexta-feira (5). “Delcídio conhece nossa região. Já foi diretor da Eletrosul e tenho certeza que fará ajustes necessários para que os recursos para Santa Catarina sejam maiores do que aqueles previstos inicialmente no orçamento”, disse.

A líder petista anunciou para os integrantes do Fórum Parlamentar Catarinense que já fez contato com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, para providenciar uma agenda com o setor produtivo do estado. O objetivo, segundo Ideli, é atender as reivindicações dos setores da indústria que acumulam prejuízos por causa da paralisação das exportações pelo porto de Itajaí, que teve parte destruída pelas chuvas.

Segundo Ideli, além do relator do Orçamento de 2009, o ministro das Cidades, Márcio Fortes, também visitará o estado na sexta-feira. Pela manhã, estarão em Itajaí e, na parte da tarde, em Blumenau. “Assim como a visita de Delcídio, a ida do ministro das Cidades é fundamental, principalmente para avaliarmos a possibilidade de construção de moradias populares para as pessoas que perderam tudo e não têm como financiar uma casa neste momento”, explicou a líder do PT e do Bloco de Apoio ao Governo.

Ideli também pretende conversar nesta quinta-feira (4) com o ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira. Ela pedirá maior agilidade no encaminhamento dos decretos de calamidade pública concedidos aos municípios atingidos pelas cheias. “Somente por meio do decreto de calamidade, uma formalidade jurídica, que os municípios podem receber os recursos emergências. Temos que agilizar o processo burocrático. Quem perdeu tudo não pode mais esperar”, afirmou.

Assessoria de Imprensa da Liderança do PT no Senado

Secretaria da Agricultura discute situação dos agricultores atingidos pelas chuvas

Nesta terça-feira (2/12), o secretário de Estado da Agricultura e
Desenvolvimento Rural, Antonio Ceron esteve reunido com o representante do
Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) em Santa Catarina, Jurandir
Gurgel, e a coordenadora da base litoral do Sistema de Cooperativas de
Crédito Rural com Interação Solidária (Cresol), Claudirene Costa
Mittelmann, para discutir a situação dos agricultores atingidos pelo
excesso de chuvas nos municípios do Vale do Itajaí e do litoral de Santa
Catarina.

Entre as reivindicações está a anistia de parte das dívidas referentes à
safra atual dos agricultores familiares atingidos pelas chuvas e o
refinanciamento das lavouras que possam ser plantadas novamente. Também
foi discutida a possibilidade de colocar à disposição dos agricultores
recursos de crédito emergencial adicional para a reconstrução de suas
propriedades, com recursos de até R$ 100 mil e prazo de 10 anos. As
medidas são para os agricultores que moram nos municípios que decretaram
estado de calamidade pública ou emergência, e que foram prejudicados pelas
chuvas do mês de novembro. “Vamos fazer uma avaliação das perdas através
de levantamentos em cada município”, comenta Ceron.

Além disso, pretende-se realizar uma força-tarefa do Programa Nacional de
Documentação dos Trabalhadores Rurais para regularizar documentos perdidos
ou danificados pelas chuvas. Segundo Ceron, tais ações são importantes
para que os pequenos agricultores reconstruam suas propriedades e possam
voltar a produzir. “É importante tomar medidas imediatas, além das de
médio e longo prazo.”, diz.

Secretaria de Estado da Agricultura e Desenvolvimento Rural

Governador assina decreto que cria Grupo de Reação

O governador Luiz Henrique e o secretário de Estado de Coordenação e
Articulação, Ivo Carminati, assinaram nesta quarta-feira (3) decreto que
institui o Grupo de Reação à situação de emergência e ao estado de
calamidade pública que abateram os municípios integrantes de microrregiões
catarinenses.

O grupo contará com uma Secretaria Geral, que será comandada pelo
secretário executivo de Articulação Nacional, Geraldo Althoff. Sua função
é elaborar um Plano de Reação que será procedido mediante análise,
compatibilização e estruturação de todos os planos, projetos e programas
que tenham por objeto a captação de recursos destinados aos investimentos
necessários aos municípios afetados pelas chuvas em Santa Catarina.

O objetivo do grupo é analisar todos os planos, projetos e programas
estaduais a serem submetidos à União para alcance dos recursos federais
cujos créditos extraordinários foram abertos pela Medida Provisória nº
448, de 26 de fevereiro de 2008, visando à otimização e definição da ordem
de prioridades. Também compete ao Grupo de Reação analisar todos os
planos, projetos e programas que forem submetidos ao Governador do Estado,
além de adequar ações visando a melhor aplicação de recursos
orçamentários, financeiros e técnicos destinados pelo Governo Federal;
articular-se com entidades públicas ou privadas envolvidas com
investimentos necessários aos municípios afetados pelas chuvas em Santa
Catarina; e analisar e aprovar o Plano de Reação a ser elaborado por sua
Secretaria Geral.

De acordo com o decreto, o Grupo de Reação realizará reuniões semanais,
com o objetivo de avaliar a evolução dos acontecimentos, seus impactos na
economia catarinense, os trabalhos de recomposição da infra-estrutura e o
cronograma de desembolso dos recursos federais, estaduais e de doações à
Defesa Civil.

Enquanto perdurar a situação de emergência e o estado de calamidade
pública, o Grupo de Reação poderá ser convocado, em caráter
extraordinário, sempre que a situação exigir. O exercício das funções no
Grupo de Reação não será remunerado.

O Grupo de Reação será presidido pelo governador Luiz Henrique e integrado
pelo vice-governador, Leonel Pavan, além dos secretários da Coordenação e
Articulação, Ivo Carminati; Administração, Atônio Gavazzoni; Agricultura e
Desenvolvimento Rural, Antônio Ceron; Comunicação, Derly Massaud de
Anunciação; Desenvolvimento Econômico Sustentável, Onofre Agostini;
Assistência Social, Trabalho e Habitação, Dalva Dias; Fazenda, Sérgio
Alves; Infra-estrutura, Romualdo França; Planejamento, Altair Guidi;
Saúde, Carmen Zanotto; Segurança e Defesa do Cidadão, Ronaldo Benedet;
secretário executivo da Justiça e Cidadania, Justiniano Pedroso;
diretor-estadual da Defesa Civil, major Mparcio Luiz Alves; presidente da
Cohab, Maria Darci Mota Beck; presidente da Celesc, Eduardo Moreira;
presidente da Casan, Walmor de Luca, e presidente da SCGás, Ivan Ranzolin.

Secretaria de Estado de Coordenação e Articulação

Parceria entre a SED e UFSC promove aulão solidário

Estão abertas as inscrições para o Aulão Solidário do Pré-Vestibular da
UFSC, que será realizado em parceria com a Secretaria de Estado da
Educação. As revisões estão marcadas para Curitibanos, no dia 6 de
dezembro, e Florianópolis, nos dias 7 e 8.

Os eventos marcam o início da parceria entre a Universidade Federal e a
Secretaria de Estado da Educação, que vai implantar ainda novos núcleos do
Curso Pré-vestibular da UFSC em Florianópolis, São José, Palhoça,
Camboriú, Curitibanos, Joaçaba e Jaraguá do Sul.

Na capital, as aulas serão no Centro de Cultura e Eventos da UFSC e os
interessados podem se inscrever no site http://www.prevestibular.ufsc.br.
Em Curitibanos, as inscrições devem ser feitas na Escola Casemiro de
Abreu, mesmo local onde ocorrerá à revisão. Para cada dia de aula os
participantes devem levar R$ 3,00 e alguma doação, seja alimento ou
produto de higiene, destinado aos catarinenses atingidos pelas enchentes.

Ao total, serão disponibilizadas 1200 vagas para Florianópolis e 300 para
Curitibanos. As disciplinas de matemática, física, química, biologia,
geografia, história, gramática, literatura, inglês e espanhol serão
revisadas por 25 professores. “O objetivo é proporcionar aos alunos da
rede pública, que não tem condições de arcar com um pré-vestibular
particular, o acesso ao conteúdo das provas”, explica Otávio Augusto
Rodrigues, coordenador do projeto.

O Pré-Vestibular da UFSC é um projeto de inclusão social desenvolvido
desde 2003. Surgiu com intuito de suprir a necessidade de estudantes que
não dispõem de recursos financeiros para frequentar cursos preparatórios
para o vestibular. Em 2008, 125 alunos que fizeram este cursinho foram
aprovados no vestibular da universidade federal.

Secretaria de Estado da Educação, Ciência e Tecnologia

270 toneladas de alimentos chegam de São Paulo

O Governo do Estado recebeu, na manhã desta quarta-feira (3/12), 270
toneladas de alimentos vindos de São Paulo, em nove carretas, destinadas
às vítimas do desastre que assola Santa Catarina. As doações foram
arrecadas pelo Programa São Paulo Social, de um clube de futebol desse
estado. Além dos alimentos foram doados 10 quadriciclos que serão
utilizados nas ações de respostas à emergência.

Até a noite de terça-feira (2) o Departamento Estadual de Defesa Civil já
tinha contabilizado mais 1,5 milhão de quilos de alimentos, 1,3 milhão de
litros de água, mais de 100 toneladas de roupas, além de caminhões
carregados com material de higiene pessoal, material de limpeza, entre
outros. As doações chegam de diversos lugares do Brasil.

Secretaria Executiva da Justiça e Cidadania

Voluntários organizam kits para doação

Estão sendo montados kits de higiene e limpeza, mas faltam voluntários
para auxiliar nos trabalhos


Dileta Gerhardt nunca sentiu na pele a dor das perdas com as enchentes,
mas já viu amigos e parentes perderem tudo o que conquistaram em anos de
trabalho. Solidaria com as famílias do Vale do Itajaí, ela é uma das
voluntárias da Paróquia São Judas Tadeu, em Barreiros, São José, que desde
o dia 26 de novembro (última quarta-feira), se empenha na busca e na
organização das doações.
Desde a tarde de ontem (02/12), a paróquia se tornou ponto de concentração
das doações recolhidas nas paróquias da Grande-Florianópolis. No local,
voluntários recebem as doações, separam o material e organizam em kits.
Estão sendo montados dois kits: um de higiene pessoal e outro para
limpeza. Eles são embalados juntos e entregues nas casas das famílias.

O QUE HÁ NOS KITS
O kit de higiene pessoal é formado por: 3 cremes dentais; 3 escovas de
dentes; 2 aparelhos de barbear; 3 sabonetes; 1 xampu; 1 desodorante; 3
absorventes (modes); 8 rolos de papel higiênico.
O kit de limpeza é composto por: 1 balde; 1 vassoura; 1 rodo; 1 litro de
água sanitária; 1 pacote de sabão em pó; 1 barra de sabão; 2 esponjas de
louça; 1 detergente de louça; 1 escovão; 1 pano de esfregar.
Fraldas para crianças e geriátricas também são bem vindas. Elas não faze
parte dos kits, mas estão sendo encaminhadas para as famílias que precisam
e são bastante solicitadas.
Mesmo com a contribuição generosa das comunidades, alguns materiais ficam
faltando para completar os kits. O que falta é adquirido no comércio. O
dinheiro vem de doações em dinheiro depositadas no Banco do Brasil,
Agência 3174-7, Conta 17611-7, em nome de Ação Social
Arquidiocesana/Flagelados SC 2008.

FALTAM VOLUNTÁRIOS
O trabalho está indo bem. As doações estão chegando, mas faltam
voluntários para organizar o material recebido. As roupas têm sido
recebidas com maior destaque. No entanto, a prioridade nesse momento a
maior necessidade são de roupas de cama e colchões. Os voluntários estão
concentrando suas atenções na separação desse material entre tudo o que
recebem e encaminhado às paróquias de Itajaí.
Os interessados em prestar a sua solidariedade como voluntário, devem se
dirigir à Paróquia São Judas Tadeu, em Barreiros, São José (Rua Capitão
Pedro Leite, 406 – fone (48) 3246-0122), ou entrar em contato com a Ação
Social Arquidiocesana (ASA), pelo fone (48) 3224-8776.

Mais informações pelo fone (48) 3224-8776, com a Equipe da Ação Social
Arquidiocesana, ou pelo fone (48) 8405-6578, com o jornalista Zulmar
Faustino.


Um abraço,
Zulmar Faustino
jornalista do Jornal da Arquidiocese
(48) 8405-6578

Vigilância Epidemiológica recebe 62 notificações de casos suspeitos de leptospirose

A Diretoria de Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado da
Saúde (DIVE SES SC) recebeu, entre 22 de novembro e 2 de dezembro, a
notificação de 62 casos suspeitos de leptospirose em Santa Catarina. É
considerado com suspeita da doença o indivíduo que apresenta sinais e
sintomas de processo infeccioso inespecífico e agudo (como febre, cefaléia
e mialgia) e que tenha sido exposto à água ou lama de enchente nos últimos
30 dias anteriores à data de início dos sintomas.

Os casos suspeitos notificados junto à DIVE até o momento estão
divididos entre: Itajaí (16), Blumenau (16), Balneário Camboriú (11),
Navegantes (5), Luiz Alves (3), Itapema (3), Jaraguá do Sul (3), Camboriú
(2), Ilhota (2) e Penha (1). Só é confirmado um caso suspeito quando o
resultado do exame de laboratório se apresentar como reagente para
leptospirose, e de acordo com a evolução clinica do indivíduo. Em média,
os casos confirmados representam 20 a 30% do total dos casos suspeitos
notificados.

O período de incubação da leptospirose, que é transmitida por
roedores domésticos, vai de 1 a 30 dias após o contato com o agente
infeccioso, e os sintomas variam desde febre alta, dor de cabeça e dores
musculares, até quadros mais graves, podendo ocorrer icterícia (coloração
amarelada em pele e mucosas), insuficiência renal, hemorragias e
alterações neurológicas que podem levar à morte. “Ao apresentar alguns
destes sintomas, a pessoa deve procurar a unidade de saúde mais próxima”,
orienta Luis Antonio Silva, diretor de Vigilância Epidemiológica da SES.
Para evitar a contaminação, as populações atingidas pela enchente devem
evitar o contato com a lama, pois ela é altamente infectante, e na hora da
limpeza usar sempre luvas e botas impermeáveis.

Secretaria de Estado da Saúde

Banco do Rio Grande do Sul abre conta para doações

Banco do Rio Grande do Sul abre conta para doações aos atingidos pelas
chuvas de SC
Florianópolis, 03/12/2008 13:17:16


O Banco do Estado do Rio Grande do Sul - Banrisul também disponibilizou
uma conta para doações à população afetada pelas fortes chuvas em Santa
Catarina, com o objetivo de facilitar o acesso aos gaúchos em diferentes
locais do Brasil que desejam auxiliar os catarinenses.

Para depósito ou transferência, o número do banco é 041, agência 0131,
conta corrente 06.852725.0-5. Já são nove contas bancárias oficiais em
nome do Fundo Estadual da Defesa Civil de SC, com CNPJ 04.426.883/0001-57.

As contas disponibilizadas são:

Banco/SICOOB SC - 756 - Agência 1005, Conta Corrente 2008-7

Caixa Econômica Federal - Agência 1877, operação 006, conta 80.000-8

Banco do Brasil - Agência 3582-3, Conta Corrente 80.000-7

Besc - Agência 068-0, Conta Corrente 80.000-0.

Bradesco S/A - 237 Agência 0348-4, Conta Corrente 160.000-1

Itaú S/A - 341, Agência 0289, Conta Corrente 69971-2

Sicredi - 748, Agência 2603, Conta Corrente 3500-9

Santander - 033, Agência 1227, Conta Corrente 430000052

Banrisul - 041, Agência 0131, Conta Corrente 06.852725.0-5

Para mais informações ou dúvidas sobre as doações por contas bancárias, a
Defesa Civil atende pelo 0800 48 2020. O órgão estadual ainda alerta para
golpistas pela internet. A Defesa Civil não encaminha e-mails para pedir
doações. As contas oficiais são as que constam neste site ou em
www.desastre.sc.gov.br .

Municípios - Alguns dos municípios afetados também abriram contas
para ajudar suas comunidades afetadas, os números das contas e bancos
podem ser consultados pelo 199 na Defesa Civil de cada cidade.

- Conta Ilhota: Banco do Brasil - agência 3148-8, conta 90.000-1, P.M.
Ilhota/Defesa Civil

Atenção - A Defesa Civil alerta aos que desejam contribuir em
dinheiro para as vítimas atingidas pelas fortes chuvas, no Litoral de
Santa Catarina, para que prestem atenção nas contas onde estão efetuando o
depósito. Muitos golpistas têm utilizado a internet, se passando pela
Defesa Civil, e pedindo dinheiro em contas não-oficiais, através de
e-mails.

Secretaria de Estado de Comunicação

Cefet-SC organiza mutirão para ajudar vítimas da enchente em Itajaí

O Cefet-SC vai adotar a localidade Vila da Miséria, de Itajaí, para ajudar os moradores atingidos pela enchente. Um mutirão de servidores e estudantes vai ser organizado a partir desta quarta-feira, dia 3, para produzir refeições e levar donativos até a comunidade.

Na tarde de quarta-feira, vão começar a ser produzidos na Unidade Continente os pães e as refeições que vão ser levados aos moradores da Vila da Miséria na manhã de quinta-feira. Os voluntários vão levar também roupas, calçados, toalhas, roupas de cama e produtos de higiene e limpeza. Outros objetivos do mutirão são cadastrar moradores para identificar suas necessidades e auxíliar na limpeza e conserto de fogões nas residências atingidas pela enchente. O secretário de Educação Profissional e Tecnológica do Ministério da Educação (MEC), Eliezer Pacheco, vai acompanhar a visita à Vila da Miséria.

No último sábado, dia 29, o Cefet-SC organizou o primeiro mutirão para ajudar as vítimas da enchente. Servidores e estudantes reuniram-se na Unidade Continente e produziram cerca de 500 refeições, com arroz, feijão, verduras, legumes e um tipo de carne. As marmitas foram distribuídas nas localidades Brejo e Vila da Miséria, em Itajaí. Pão, frutas, água mineral (aproximadamente mil garrafas), roupas e produtos de higiene e limpeza também foram levados até os moradores com o caminhão da Unidade São José. As doações que os moradores da Vila da Miséria mais necessitam são colchões, fogões, geladeiras e roupa de cama e de banho.

Campanha nacional

Em nível nacional, uma campanha envolvendo toda a Rede Federal de Educação Profissional e Tecnológica já está em andamento e prossegue por tempo indeterminado. As 215 escolas da Rede Federal estão mobilizadas na ajuda aos desabrigados pelas chuvas em Santa Catarina.

Na Bahia, por exemplo, os candidatos ao processo seletivo do Cefet do estado, que realizaram prova no último domingo, dia 30, contribuíram com a doação de água potável, agasalhos, cobertores e alimentos para as vítimas das chuvas. Os 48 locais de prova de Salvador e do interior baiano recolheram os suprimentos.

Em Manaus, a associação dos taxistas da Rádio Táxi Tocantins se mobilizaram e estão recebendo donativos para encaminhar ao Cefet da capital amazonense. Em Pernambuco, a prefeitura de Santa Rita entrou em contato com o Cefet do estado para fazer doações, que serão enviadas a Santa Catarina na sexta-feira, dia 5. Em três dias de campanha, a unidade de Goiânia do Cefet de Goiás arrecadou três toneladas de mantimentos. O Cefet de São Paulo conseguiu parceria com uma empresa multinacional para arrecadar mais donativos.

Mais informações sobre a campanha de doações no 0800-616161 ou no portal do ME

Ação Solidária da região serrana envia mais de 300 toneladas de donativos

Lages (03/12/08) – Durante uma semana a região serrana está unida numa
grande ação solidária para ajudar os desabrigados do litoral do Estado. Um
trabalho coordenado pela Secretaria Regional de Lages em conjunto com
várias instituições, empresas e órgãos, todos unidos com um único
objetivo; arrecadar mantimentos. A imprensa de Lages foi fundamental para
espalhar o pedido de solidariedade aos necessitados. Lageanos e moradores
de toda região enviaram alimentos, leite, água, e até móveis. O trabalho
voluntário possibilitou a organização e o envio rápido dos produtos. Tudo
que foi arrecadado durante os sete dias de campanha era separado, embalado
e transportado através de caminhões para Blumenau, Itajaí, e Ilhota. Oito
caminhões levaram mais de 300 toneladas de mantimentos. Aproximadamente,
104 mil litros de leite, 76 mil litros de água, e mais de 80 mil quilos de
alimentos. Entre produtos de higiene pessoal e limpeza foram arrecadados
mais de 106 mil intens. Roupas e sapatos mais de 45 toneladas, e 420
colchões de solteiro e casal. Além de móveis, como cama, geladeira, fogão
e sofá. Doações de empresas, dos alunos das escolas estaduais e
municipais, acadêmicos, e centenas de pessoas que com uma pequena ou
grande quantidade participaram desta ação. Agora o compromisso é ajudar a
reconstruir o que a enchente destruiu. As famílias atingidas voltam pra
casa, e iniciam o trabalho de limpeza. Os pedidos de doações continuam,
mas a maior necessidade são os alimentos, materiais de limpeza e de
higiene pessoal. O trabalho de arrecadação continuará funcionado no
barracão ao lado da Gerência Estadual de Educação (GERED), até a próxima
sexta-feira(05), mas um plantão, através do telefone (49) 88391883 irá
receber os donativos.

Secretaria de Estado de Des Reg Lages

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Representantes dos municípios atingidos recebem orientações

Jaraguá do Sul, 02/12/2008 18:02:41

Técnicos do Tribunal de Contas do Estado, Tribunal de Contas da União,
Ministério Público e da Controladoria Geral da União visitam a SDR
(Secretaria de Desenvolvimento Regional) de Jaraguá do Sul na próxima
quinta-feira, dia 4, a partir das 14h.

O encontro que deve reunir prefeitos atuais e eleitos nos cinco municípios
que integram a Regional de Jaraguá do Sul (Jaraguá do Sul, Guaramirim,
Massaranduba, Schroeder e Corupá) tem o objetivo de esclarecer os
procedimentos legais necessários para a realização das ações de
reconstrução nos municípios atingidos pelas enxurradas.

Secretaria de Estado de Des Reg Jaraguá do Sul

Número de desabrigados e desalojados diminui no Estado

A Defesa Civil Estadual divulga nesta terça-feira (2) que o número de
desabrigados e desalojados em Santa Catarina está diminuindo. O total, que
era de 78.707 até a segunda-feira (1º), está em 69.164.

As pessoas que estavam em abrigos ou alojadas em casas de amigos e
familiares começam a voltar para suas casas.

Em Navegantes não há mais desabrigados e desalojados. Em Itapema não há
desalojados e o número de desabrigados está em 20 pessoas. No município de
Penha ainda há 1.215 desalojados, mas nenhum desabrigado. Na cidade de
Camboriú são 300 desalojados e 100 desabrigados. Em Piçarras, o número
caiu para 920 desalojados e nenhum desabrigado. Em Porto Belo, são 100
desalojados e nenhum desabrigado. O município de Balneário Camboriú
registra no momento 17 desalojados e nenhum desabrigado. Em Ilhota, a
cidade com o maior número de óbitos do Estado, são 850 desalojados e 1.200
desabrigados.

Entre os municípios da Grande Florianópolis apenas Antônio Carlos,
Florianópolis e Santo Amaro da Imperatriz registram desalojados e/ou
desabrigados no momento. Na primeira cidade são 17 famílias desalojadas e
86 pessoas em abrigos. Na capital há 16 pessoas em abrigos. Em Santo Amaro
são 73 pessoas desalojadas.

Os outros municípios atingidos pelas enchentes ainda não confirmaram o
número de desalojados e desabrigados. Segundo a Defesa Civil, a previsão é
que a cada dia esses números diminuam.

Secretaria de Estado de Comunicação

CÓDIGO AMBIENTAL - Uczai pede que votação ocorra só em 2009

O líder do PT na Assembléia Legislativa, deputado Pedro Uczai, fez um apelo na reunião da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) desta terça-feira 2, para que os demais parlamentares apóiem alterações no cronograma de discussão do Código Ambiental e que a matéria seja votada somente em 2009. No último dia de prazo para a apresentação de emendas aos 306 artigos que compõem o Código Ambiental, o deputado afirmou que “é humanamente impossível apresentar todas as emendas necessárias no prazo, e muito menos discutir com profundidade esse conjunto de leis até a data prevista para votação, em 17 de dezembro”.

Para Uczai, o Código Ambiental precisa ser repensado a partir da tragédia ocorrida no Vale do Itajaí. O parlamentar contou que sobrevoou os municípios atingidos pela enchente na semana passada, e que as áreas de deslizamento chamam atenção pela ocupação irregular do solo até o topo dos morros e pela inexistência de mata ciliar próximo aos rios. “Será um ato de irresponsabilidade e uma tragédia anunciada para todo o estado se aprovarmos esse Código do jeito que está. Precisamos aprofundar o debate, por isso propus que prossiga a discussão nas comissões e que a votação fique para o próximo ano”.

Ao final da reunião da CCJ, a professora em Gestão de Recursos Hídricos e secretária executiva do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Itajaí, Beate Frank, entregou ao presidente da Comissão um abaixo-assinado organizado por um conjunto de entidades e disponibilizado no site www.comiteitajai.org.br/blog. Em pouco mais de 48 horas, mais de duas mil assinaturas já subscrevem o pedido para que haja uma discussão mais aprofundada do Código Ambiental.

Pesquisadora há mais de 25 anos, Beate explica que a ocupação irregular do solo e o desmatamento em algumas áreas foram decisivos para o agravamento da situação de deslizamentos no Vale do Itajaí. “Há 25 anos estamos alertando sobre a situação de vulnerabilidade destas áreas em função da interferência do homem, e hoje estamos aqui para fazer um alerta sobre os riscos que o Código Ambiental representa para todo o estado de Santa Catarina”, disse a professora. De acordo com o deputado Pedro Uczai, a possível transferência da votação do Código Ambiental para 2009 deverá ser decidida nesta quarta-feira, às 11 horas, na reunião dos lideras das bancadas.

Estimativa do SAMU é que o Serviço já atendeu a 2500 pessoas durante a enchente

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), que a partir de 1º
de dezembro estabeleceu uma parceria com a Coordenadoria Geral de
Operações Aéreas, no aeroporto de Navegantes, tem provado a agilidade de
seu sistema de regulação desde o início da enchente, em 22 de novembro. A
Coordenadora Estadual do SAMU, dra. Cristina Machado Pires, se deslocou de
Florianópolis para Blumenau já no domingo, 23 de novembro, acompanhada por
três médicos, três enfermeiros, um técnico de enfermagem e dois
socorristas. No primeiro fim de semana da enchente o SAMU atendeu a mais
de 70 ocorrências, incluindo vítimas de desmoronamento, gestantes e
desalojados com patologias crônicas, como cardiopatias e hipertensão.

No dia 24 de novembro o SAMU passou a atuar junto à estrutura do
Corpo de Bombeiros de Blumenau, onde vem sendo feita a triagem dos
pacientes, com posterior remoção para a unidade de saúde que é referência
para cada caso. “Como 21 hospitais estão aptos a receber pacientes na
região monitorada, estamos colaborando com a logística de transporte
terrestre, já que em muitas situações o paciente não pode ser transportado
por via aérea”, explica a dra. Cristina, que recebeu, nos últimos dias,
voluntários do SAMU de outros estados, do movimento Médicos Sem
Fronteiras, da Polícia Rodoviária Federal e da Cruz Vermelha, em
Navegantes.

Entre as ações do SAMU no resgate às vítimas está um intenso trabalho
na Região do Morro do Baú (Baú Alto) onde, com o suporte de um
helicóptero, a equipe auxiliou no resgate de 250 pessoas, em uma área
isolada. Em Balneário Camboriú e Itajaí o SAMU atuou no deslocamento de
pacientes, principalmente após o desabamento de parte da estrutura do
Hospital Santa Inês, e pelo isolamento do Hospital Marieta Konder
Bornhausen, que ficou ilhado em algumas datas. Entre 24 e 25 de novembro,
a central do SAMU Foz do Itajaí fez 350 atendimentos.

Outras áreas que exigiram intensa movimentação das equipes de resgate
do SAMU durante a enchente foram Penha, Benedito Novo, Itapoá, Camboriú e
Rio dos Cedros, onde, se deslocando por via terrestre ou aérea, os médicos
prestaram atendimento em abrigos, auxiliaram no resgate às vítimas,
fizeram um levantamento das necessidades mais urgentes relacionadas à
medicação e transportaram pacientes para as unidades de saúde aptas a
atender aquela demanda. “Nossa estimativa é que, de 23 a 29 de novembro, o
SAMU e os voluntários que se uniram ao Serviço tenham assistido a 2.500
pessoas nas áreas mais atingidas pela enchente”, avalia dra. Cristina.

Santa Catarina é o único Estado onde o SAMU, a partir de uma parceria
entre os governos federal, estadual e municipal, oferece cobertura à 100%
do Estado. São 1.200 profissionais, mais de 70 Unidades de Suporte Básico
de Vida e 21 Unidades de Suporte Avançado atendendo pelo 192. No ano
passado o Serviço foi acionado pela população 437.855 vezes, dando suporte
básico ou avançado para 94.171 urgências, com taxa de mortalidade de
0,58%.

Secretaria de Estado da Saúde

Sicoob põe 242 agências para arrecadar doações às vítimas da enchente

O Sicoob - Sistema das Cooperativas de Crédito do Brasil - colocou à disposição da população catarinense, desde o dia 26/11, todas as 242 agências não atingidas pelas enchentes, em todas as regiões do Estado, para recolher doações para as vítimas dessa tragédia que abalou o Estado. Também poderão ser efetuados depósitos em dinheiro numa conta da Defesa Civil (veja abaixo). O Sicoob/SC está utilizando o seu espaço publicitário na RBS TV e em mais de 40 emissoras de rádio para comunicar à população que suas agências estão de portas abertas para receber as doações. Cerca de 1 milhão e 500 mil pessoas foram atingidas pelas águas ou desmoronamentos. O número de vítimas fatais já chega a 116 e há 31 pessoas desaparecidas.

O Sicoob Brasil disponibilizou em seu site (www.sicoobsc.com.br) um banner para promover e estimular as doações entre dirigentes, colaboradores, e também nossos Cooperados. A conta informada no site do Sicoob Brasil destina-se ao apoio direto à cooperados e funcionários do sistema Sicoob em Santa Catarina. Alguns realizaram doações em outras contas, que também destinam-se a mesma causa.

Os interessados em contribuir com dinheiro para a Defesa Civil do Estado dispõem de uma conta do Sicoob/Bancoob que será utilizada para a compra de mantimentos e tudo o que for necessário para atender os desalojados. Banco: 756; agência: 1005; conta: 2008-7. Se o depósito não for efetuado numa das cooperativas do Sicoob, mas em qualquer agência da rede bancária, terá que ser fornecido o CNPJ: 04.426.883/0001-57. O depósito deve ser feito em nome do Fundo Estadual de Defesa Civil.

Fonte: Sicoob Central SC - Assessoria de Imprensa.

Doações já somam mais de R$ 59 mil
Juntamente com a população catarinense, o Sicoob está mobilizado com a causa das vítimas da enchente. Através da abertura de duas contas na última sexta-feira, 28/11, o Sicoob já arrecadou R$ 59.242,57. Desses, R$ 17.523,02 foram depositados no Fundo Estadual de Defesa Civil e R$ 41.719,55 vieram das cooperativas singulares, centrais e confederações. Além disso, desde quarta-feira, 26/11, todas as 242 agências não atingidas estão à disposição para receber donativos, fornecendo informações sobre o que e como doar e responsabilizando-se pelo envio dos mantimentos à Defesa Civil.

A Central também promoveu iniciativas individuais entre os funcionários. Na última sexta, 28/11, nove funcionários se deslocaram até o Hemosc para doar sangue e no sábado, 29/11, às 8h30, quatro funcionários de Florianópolis foram até Itajaí e Nova Trento onde passaram o dia trabalhando como voluntários.

Entre as cooperativas filiadas, o Sicoob Credija já conseguiu arrecadar 1.667 itens: 1.017 produtos de higiene pessoal, 250 pacotes de bolacha e 400 latas de sardinha, além dos donativos vindos da comunidade dos municípios de Jacinto Machado, Praia Grande, Santa Rosa do Sul, Sombrio, Balneário Gaivota, Araranguá, Maracajá, Içara, Morro da Fumaça e Morrinhos do Sul (RS).

Os espaços publicitários que o Sicoob possui no rádio e na TV são utilizados para transmissão da campanha, que também está sendo divulgada através da mídia impressa, on-line e audiovisual. O número da conta aberta em nome do Fundo Estadual de Defesa Civil para doação em dinheiro é 2008-7, agência 1005, banco 756.

As cooperativas singulares, centrais e confederações possuem conta específica para ajudar conjuntamente com o Sicoob SC – Favorecido: Conta de Crédito SC – Doações, número: 1005-7, agência 1005, banco 756. Estas últimas arrecadações são de responsabilidade do Sicoob Central SC, que está fazendo a compra dos mantimentos e encaminhando à Defesa Civil.

Fonte: Sicoob Central SC - Elaine Manini (estagiária) - supervisão Celso Vicenzi (jornalista).

Boletim Sistema Elétrico Celesc

- Atualização 16h00
Florianópolis, 02/12/2008 16:01:55

O sistema elétrico de Alta Tensão (AT) da Celesc Distribuição atingido
pelas chuvas e pelos deslizamentos está sendo recuperado ininterruptamente
nos locais onde há acesso físico e as condições de trabalho são seguras.
No momento, há 4.442 unidades consumidoras sem energia em toda região de
Blumenau (1,77% da rede elétrica dessa região) e 1.146 unidades
consumidoras em energia na região de Itajaí (0,43% da rede). Somados, o
total corresponde a 0,2% do total de unidades consumidoras da Celesc
Distribuição (mais de 2,2 milhões). Em muitas unidades consumidoras ainda
não há eletricidade, pois o sistema de Baixa Tensão (BT) está comprometido
por dano às instalações residenciais e/ou nos medidores.

Na região de Blumenau, o maior volume de danos à rede está localizado em
Blumenau e Luis Alves. Na cidade de Blumenau, as áreas mais problemáticas
estão localizadas nos bairros Progresso e Garcia. Os deslizamentos e a
fragilidade do solo permanecem como os maiores empecilhos para realizar
alguns trabalhos de recuperação. Há pontos em que a Empresa não consegue
acesso (bairros da Velha Grande e Garcia, por exemplo). Agora, 2,47% das
unidades estão sem luz no município (2.880 unidades). Em Luís Alves, 18%
da rede ainda está desenergizada (637 unidades). A Celesc ainda não tem
entrada a localidades de Luís Alves cujo acesso é feito pelo bairro
Belchior, em Gaspar.

Na região de Itajaí, os municípios com maiores danos foram Ilhota e
Itajaí. A situação mais grave acontece em Ilhota, mais especificamente nos
bairros Alto Baú, Alto Braço Baú, Braço do Baú e Baú Seco que continuam
sem energia. Há, nesse município, 1.159 unidades sem energia porque alguns
trabalhos realizados foram desfeitos por novo deslizamento de terra. Em
Itajaí, o trabalho emergencial na rede de Alta Tensão foi 100% concluído,
estando em pleno andamento a recuperação de pontos de medição nas
residências e comércios (rede de Baixa Tensão). São trocados, em média,
400 medidores por dia.

ATENÇÃO: A Celesc alerta que a recomposição do sistema está sendo
realizada em caráter emergencial, podendo haver problemas intermitentes no
abastecimento. Lembra também que os moradores devem evitar riscos,
mantendo distância de fiações elétricas danificadas e deixando desligados
os equipamentos elétricos que estejam sob as águas. A queda de postes e/ou
cabos da rede elétrica deve ser avisada imediatamente à Celesc, à Defesa
Civil ou Bombeiros.

Centrais Elétricas de SC SA

Prejuízos para a economia de Jaraguá do Sul ultrapassam os R$ 97 milhões

O secretário de Estado do Desenvolvimento Regional, Lio Tironi, participou
na noite de ontem (01) da reunião plenária da Acijs (Associação
Empresarial de Jaraguá do Sul). Durante o encontro, Tironi apresentou aos
empresários a Comissão Intermunicipal de Reconstrução criada em parceria
com Amvali (Associação dos Municípios do Vale do Itapocu), Projaraguá,
Cejas (Centro Empresarial de Jaraguá do Sul), CPL (Centro Integrado dos
Profissionais Liberais) e Governo do Estado, através da Secretaria de
Estado do Desenvolvimento Regional (SDR). A iniciativa tem o objetivo de
viabilizar junto ao governo federal recursos para reconstruir as cidades
do Vale do Itapocu castigadas pela pior enchente da história de Santa
Catarina.

“Vamos agendar reuniões com o governo do Estado e, em Brasília, com a
bancada catarinense. Precisamos trazer um volume de recursos para nossa
região. Vamos reconstruir as cidades atingidas. Mas para isso, é
necessário o envolvimento de toda a sociedade”, disse Tironi.

Para justificar a importância da Comissão e a necessidade de recursos
federais na reconstrução dos municípios atingidos Tironi citou os números
da tragédia. Até ontem (01), os prejuízos à movimentação econômica no Vale
do Itapocu eram de R$ 143.812.663. Só em Jaraguá do Sul os prejuízos
ultrapassam os R$ 97 milhões. Em Guaramirim, segundo município mais
atingido no Vale, a chuva causou um déficit de R$ 27.055.659 para a
economia.

Na área habitacional o saldo também é preocupante. Em todo o Vale foram
8,2 mil casas danificadas ou destruídas. Só em Jaraguá do Sul, o número de
residências atingidas ultrapassa os 7 mil, o que representa prejuízos de
cerca de R$110 milhões. Outro setor que preocupa é o de infra-estrutura.
Serão necessários investimentos de mais de R$ 4 milhões para recuperar
estradas, pavimentação de ruas, abastecimento de água, rede de energia e
pontes nos municípios castigados pela enchente.


Secretaria de Estado de Des Reg Jaraguá do Sul

Atelier Solidário precisa de doações e voluntários para ajudar os desabrigados

Campus Balneário Camboriú está confeccionando roupas de cama e camisetas para os prejudicados com as fortes chuvas.

Balneário Camboriú – O projeto Atelier Solidário do curso de Design de Moda da Universidade do Vale do Itajaí (Univali) Campus Balneário Camboriú está precisando de doações e principalmente de voluntários para ajudar na confecção de roupas de cama e vestuário. O Atelier Solidário funciona no Laboratório de Modelagem e Vestuário (Lamov) localizado no bloco 9 de segunda a sexta-feira das 8h30 às 20h. Os produtos confeccionados serão doados aos desabrigados que foram atingidos pelas fortes chuvas, enchentes e deslizamentos na região. A Univali está aceitando doações de matéria prima como malha, tecido, linha, elástico e embalagens plásticas para a embalagem das peças.

A universidade está montando kits de roupa de cama de casal, solteiro e de berços. A distribuição vai ser feita para os necessitados juntamente com um kit de higiene pessoal. Com as sobras de tecido serão produzidas roupas para bebês e crianças e também outras peças que possam aproveitar toda a matéria prima arrecadada. O laboratório de modelagem solidário da Univali está precisando principalmente de pessoas que saibam manusear máquinas de cobertura, reta, overloque e de colocação de elástico. Pessoas que não sabem costurar também podem ajudar no corte, etiquetagem e empacotamento das peças.

Doações de matéria prima estão vindo de cidades como Brusque, Jaraguá do Sul e Blumenau. Uma empresa da área têxtil emprestou doze máquinas para a confecção dos produtos para que assim a universidade consiga aumentar e acelerar sua produção. Alguns voluntários da comunidade, do curso de Design de Moda e de outros cursos já se mobilizaram e estão ajudando na confecção das peças, mas a universidade ainda precisa de mais matéria prima e principalmente da ajuda de mais voluntários que podem se revezar nos períodos matutino, vespertino e noturno.

Mais informações: (47) 3261-1235 na coordenação do curso de Design de Moda ou (47) 96139311 com a professora Bianka Frisoni.

Governo do Estado reforçará ações de prevenção a doenças

O governador Luiz Henrique ressaltou a necessidade de atuar, a partir de
agora, juntamente com o Exército, na prevenção de doenças e na
reconstrução das cidades atingidas pelas fortes chuvas em Santa Catarina.
Na manhã desta terça-feira (2), o governador recebeu o comandante militar
do Sul do Exército, general José Carlos De Nardi, e o comandante da 5ª
região militar, general de Divisão Alberto Márcio Ferraz Santana, na sede
da Coordenadoria Geral de Operações Aéreas da Defesa Civil, em Navegantes.

“A participação do Exército neste desastre é essencial para que possamos
auxiliar a população catarinense e reconstruir o Estado”, destacou o
governador. “Estamos atuando na emergência, que inclui salvar vidas,
abrigar e alimentar as pessoas; na prevenção de doenças; limpeza de
cidades e desobstrução de acessos; e na reconstrução das estradas, escolas
e demais bens públicos”, explicou Luiz Henrique.

O governador também agradeceu a presença de policiais e bombeiros
militares e civis de diferentes estados do Brasil. “Sem a presença forte
de todas estas equipes, as perdas poderiam ter sido maior”, apontou. Os
estados que auxiliam Santa Catarina são São Paulo, Minas Gerais, Rio de
Janeiro, Rio Grande do Sul e Paraná, além da Polícia Rodoviária Federal,
Força Nacional de Segurança, Força Aérea Brasileira, Marinha do Brasil e
Exército Brasileiro.

O general De Nardi ressaltou a atuação de 1,2 mil homens do Exército em
Santa Catarina, nas operações com helicópteros, distribuição de
mantimentos e atendimento médico. O Ministério da Defesa instalou na
BR-101 um Hospital de Campanha, para apoiar o Estado no auxílio a vítimas.
“As Forças Armadas estão aqui oferecendo uma mão amiga a Santa Catarina
neste momento difícil”, afirmou o comandante militar De Nardi.

Turismo - Luiz Henrique disse que o turismo no Estado para a
temporada de verão não pode ser afetado por este desastre. “O Litoral de
Santa Catarina está com estrutura para receber turistas. Nossas praias não
foram atingidas”, garantiu.

Operações Aéreas - As 20 aeronaves em operação à disposição da
Defesa Civil do Estado já resgataram, entre o dia 24 de novembro até a
última segunda (1/12), 1.231 vítimas em 285 horas de vôo, realizando 595
missões. Neste período, entregaram 27 mil quilos de cestas básicas, 2,6
mil litros de água e 1.176 litros de leite.

Após encontro em Navegantes, o governador seguiu para o Hospital Marieta
Konder Bornhausen, em Itajaí, para visitar o bombeiro Milton Pitan, da
Força Nacional de Segurança, atingido por um deslizamento no último
domingo (30) e está internado na UTI, em estado estável. Acompanharam o
governador o secretário-executivo de Justiça e Cidadania, Justiniano
Pedroso; o prefeito de Itajaí, Volnei Morastoni; o comandante-geral da
PMSC, Eliésio Rodrigues; e o comandante do Corpo de Bombeiros, coronel BM
Álvaro Maus.

Entre as Forças Armadas estavam presentes o chefe do Estado Maior do
Comando Militar do Sul, general de Brigada Antonio Carlos Nascimento
Krieger ; o comandante da 14ª Brigada de Infantaria Motorizada - Brigada
Silva Paes, general de Brigada Manoel Luiz Narvaz Pasiadache.

Secretaria de Estado de Comunicação

Continua a campanha para doações

A Família UIM agradece à todos que compareceram ao ensaio para entregar a sua doação!

A campanha para arrecadação de donativos realizada pela União da Ilha da Magia foi um sucesso! "Consideramos o saldo positivo em vistas de que avisamos a comunidade em cima da hora. Conseguimos arrecadar pares de calçado adulto e infantil, calças e blusas adulto e infantil, pijamas adulto e infantil, roupa de cama, toalhas, meias, bolsas, roupas íntimas, caixas de leite, kits com escova de dente, pasta e sabonete".- comemora Zezinho, Diretor Social da Escola.

O material arrecadado foi devidamente separado, os calçados foram amarrados para não se perderem e as sacolas foram nomeadas para facilitar o trabalho dos demais voluntários que estarão fazendo a distribuição nos locais da tragédia. Zezinho levará o material para a Defesa Civil para ser enviado juntamente com os demais arrecadados na cidade.

Devido ao sucesso que obtivemos com a campanha, resolvemos estender até o próximo domingo, quando então começam os ensaios na pracinha da Lagoa.

Para você que ainda não fez a sua parte, ainda dá tempo! Pedimos que sejam doados os itens de maior necessidade como papel higiênico, sabonete, pasta de dentes, xampu, absorventes, fraldas e também alimentos prontos para o consumo como por exemplo biscoitos doces e salgados, barrinha de cereal, pão ensacado, leite e suco de caixinha, achocolatados, enlatados, leite em pó e outros alimentos que não necessitam de cozimento.

As doações devem ser entregues neste domingo no Ensaio da UIM.

Data: Domingo dia 07 de Dezembro
Local: Praça bento Silvério - Pracinha da Lagoa, Lagoa da Conceição.
Horário: 20hs

A Família UIM agradece a sua contribuição!

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Saúde pública é desafio após as cheias

Saiba como proteger-se e evitar problemas


Itajaí/SC – “Passada as cheias, o problema mais crítico relacionado à saúde será enfrentado agora”, diz Arlete Terezinha Besen Soprano, especialista em saúde pública e diretora do Centro de Ciências da Saúde (CCS), da Universidade do Vale do Itajaí (Univali). Ela refere-se às doenças provenientes do contato com as águas das enxurradas. Entre as possíveis epidemias estão casos de diarréia, infecções, leptospirose, piolho e tétano, além de possíveis acidentes.

A Univali em parceria com a Secretaria Municipal de Saúde de Itajaí está coordenando trabalho de assistência em postos distribuídos pela cidade. Equipes com médico e enfermeiro se revezam no atendimento dos abrigos, com kits de medicamentos. Um posto de saúde foi instalado no Bloco 29, do Campus da Univali. Nos locais, mais de 300 voluntários da área de saúde da universidade estão atuando. Eles alertam para cuidados que devem ser tomados mediante o contato com as águas da enchente, principalmente relacionados a alimentos e áreas acidentadas. São eles:



- Todo alimento que ficou submerso ou umedecido não deve ser consumido mesmo que esteja em embalagem plástica;

- Também não devem ser consumidos os alimentos que tenham ficado na geladeira, em locais em que tenha faltado energia, mesmo que sem contato com as águas;

- Para esses alimentos, deve-se observar: alteração de cor, odor ou de consistência, como por exemplo, carne crua muito amolecida;

- É preciso evitar transitar de pés descalços principalmente se houver ferimentos, caso seja realmente necessário, deve-se usar botas ou mesmo calçados fechados com proteção de sacos plásticos.

- Também deve-se proteger as mãos;

- Em caso de ferimentos procure a unidade de saúde mais próxima.



Comidas contaminadas podem causar diarréia



Os casos de diarréia que ocorrem após o período de enchentes acontecem, principalmente, por ingestão de comida ou bebida contaminada (que ficaram imersas durante o período de cheias, por exemplo). A principal recomendação médica, segundo Márcio Vieira Ângelo, coordenador do curso de Medicina da Univali, é que as pessoas com a doença procurem assistência médica nos postos de saúde.



Como medidas paliativas, deve-se beber bastante líquido (água mineral ou fervida) e o soro caseiro. Para fazer o soro é fácil: Para um litro de água, acrescente uma colher (de sopa) de açúcar e uma colher rasa de sal. Essa recomendação serve tanto para crianças quanto para adultos. No entanto, Márcio adverte que é importante procurar a Unidade de Saúde mais próxima para que o município possa catalogar os pacientes e ter controle preciso do número de casos.



Cuidados com água e alimentos



- Antes de utilizar a água, tratá-la com água sanitária, Qboa (hipoclorito de sódio): 2 (duas) gotas de água sanitária para cada litro d’água e somente consumir a água 30 minutos depois da utilização do cloro;

- A fervura da água antes do consumo é uma alternativa segura ao tratamento com cloro e deve ser feita quando água estiver turva;



Leptospirose é uma preocupação após as enchentes



A leptospirose é uma doença transmitida pela urina de ratos contaminados. Os sintomas da doença aparecem em média de sete a 15 dias podendo levar até 30 dias após a exposição à água contaminada. “A água da enchente e a lama podem estar contaminados pela urina principalmente roedores domésticos como ratazanas, ratos de telhado e camundongos, esse contato pode ocorrer durante a enchente ou quando as pessoas retornam à suas casas e iniciam a limpeza e a remoção da lama e outros detritos”, aponta Arlete Terezinha Besen Soprano, especialista em saúde pública e diretora do CCS/Univali. Para esses casos é preciso estar atento para os sintomas de febre, calafrios, mal estar, dores no corpo.



A especialista indica, ainda, que como não há vacinas contra a doença. Em caso de percebidos os sintomas, deve-se procurar a unidade de saúde mais próxima para avaliação e inicio do tratamento. A limpeza da lama residual das enchentes e à desinfecção das casas deve ser feita com solução de água sanitária (hipoclorito de sódio), diluída em água. Essa simples solução mata as leptospiras, diminuindo as chances de infecção.



Além dessas, outras doenças poderão surgir tais como: Hepatite A, Tétano, acidentes com animais peçonhentos (cobras) e mordidas por cães e gatos, caso ocorra deve-se procurar a Unidade de Saúde para orientações e atendimento.



Mais informações: (47) 9963-8960, com Arlete Terezinha Besen Soprano, especialista em saúde pública e diretora do Centro de Ciências da Saúde (CCS), da Universidade do Vale do Itajaí (Univali) ou (47) 9985-1079, com Marcio Vieira Angelo, infectologista e coordenador do curso de Medicina da Universidade do Vale do Itajaí (Univali).

Florianópolis participa do dia mundial de luta contra a AIDS





Neste dia 1º de dezembro foram realizadas manifestações para marcar o Dia Mundial de Luta contra a AIDS.

Em Florianópolis o Instituto Arco-Íris, junto com outras entidades e organizações como o SESC, alunos da enfermagem do colégio Geração, GAPA, Secretaria Municipal de Saúde de Florianópolis e de Palhoça, somou-se a estas atividades.

No vão central em frente ao TICEN o grupo de teatro Náufragos realizou diversas performances, chamando a atenção de quem passava para o assunto.

Este ano, o tema central foi o aumento da incidência da AIDS entre a chamada terceira idade. Segundo Alexandre Martins, presidente do Instituto Arco-Íris, "o número de casos dobrou nos últimos dez anos nessa faixa etária."

Também foram distribuídos folhetos educativos do Ministério da Saúde e preservativos.

Contatos com Alexandre Martins, 9167-1406

Calendário da rede estadual de ensino é alterado

Calendário da rede estadual de ensino é alterado por causa das fortes
chuvas

Jaraguá do Sul, 01/12/2008 17:11:19

A gerência de Educação da Secretaria de Estado de Educação (SDR) de
Jaraguá do Sul informa que a partir de hoje (01) os alunos da rede
estadual dos cinco municípios que integram a SDR Jaraguá (Jaraguá do Sul,
Massaranduba, Guaramirim, Schroeder e Corupá) voltam às aulas em horário
normal, conforme a programação do calendário letivo de 2008, inclusive no
Centro de Educação de Jovens e Adultos (CEJA). Porém em algumas unidades,
devido aos prejuízos causados pelas fortes chuvas, ocorreram alterações na
data de encerramento do ano letivo.

Na EEB Profª Valdete Inês Piazera Zindars, onde a estrutura em alguns
cômodos da escola ficou comprometida, os alunos da Pré-escola serão
dispensados a partir do dia 03, quarta-feira. Com os demais alunos, de 1ª
a 8ª série, a escola irá trabalhar somente com atividades referentes à
recuperação e exames.

A EEB Roland Dornbusch, que serve de alojamento para 40 desabrigados
vítimas das enchentes, também trabalhará somente com os alunos que
precisam de recuperação e exames. Nesta escola os alunos da pré-escola
retornam dia 18 para o encerramento. Todos os demais estudantes (de 1ª a
8ª séries e Ensino Médio) deverão retornar à escola amanhã, dia 02, nos
seus turnos de estudo para verificarem os horários de recuperação e
exames.

Na Escola Helmuth Duwe (Extensão de Ensino Médio), o calendário será
retomado na quinta-feira, dia 04.

Na Escola de Educação Básica João Romário Moreira, os alunos deverão ir à
escola para verificar o horário de recuperação e da avaliação final. A
unidade serve de alojamento para 20 pessoas.

Secretaria de Estado de Des Reg Jaraguá do Sul

Aeronaves realizam 548 missões em sete dias

O Comando Geral de Operações Aéreas da Defesa Civil realizou em sete
dias - entre a última segunda (24) e domingo (30) - 548 missões com 437,1
horas de vôo, após as fortes chuvas que atingiram Santa Catarina e já
registrou 114 óbitos. As ações consistem em transporte e remoção de
pessoas e distribuição de mantimentos, principalmente na região do Alto
Vale do Itajaí.

No resgate da população por via aérea, a Defesa Civil removeu 1.205
pessoas e dez vítimas fatais. O número de cestas básicas entregues é de
1.123, resultando em 27.110 quilos, além de 2.428 litros de água e 98
caixas de leite (1.176 litros).

Secretaria de Estado de Comunicação

Seja um voluntário e ajude a reconstruir SC

Instituto Voluntários em Ação soma forças com a Defesa Civil catarinense para cadastrar voluntários e direcionar ajuda. Na área da saúde os interessados precisam fazer o cadastro no site: www.saude.sc.gov.br.
Outros voluntários podem buscar informações no site: http://www.voluntariosonline.com.br/pt-br/eventos/visualizar/121

Como e onde ajudar

Em virtude dos congestionamentos dos telefones, o Departamento Estadual de Defesa Civil informa que a população que quer trabalhar como voluntária no auxílio às vítimas das chuvas que atingem o litoral de Santa Catarina, deve contatar as Centrais de Arrecadação e Distribuição de doações nas regiões mais afetadas.

Voluntários de outros municípios podem entrar em contato com as diversas instituições públicas, particulares e não-governamentais que organizam as campanhas. As empresas que pretendem fazer grandes quantidades de donativos devem ligar para os telefones (48) 40099886 ou 40099887.

Os telefones da Central de Operações da Defesa Civil do Estado devem ser utilizados apenas no caso de emergência. Voluntários especializados em saúde devem, obrigatoriamente, fazer cadastro no site: www.saude.sc.gov.br. Especialistas em salvamento, resgate ou outras éreas de apoio, podem fazer contato pelo telefone (48) 40099848.

A orientação é para que ninguém se desloque para fazer atendimentos sem prévio cadastro e orientação, pois é preciso organizar os grupos de trabalho, conforme as necessidades de cada região afetada.

Centrais de Arrecadação e Distribuição que precisam de voluntários:

Blumenau: (47) 33245100

Brusque: (47) 33998630

Itajaí: (47) 33498718

Joinville: (47) 34312800.


Notícias relacionada:

Parque da Marejada em Itajaí necessita de voluntários para organização de mantimentos

Florianópolis (27/11/2008) - A Secretaria Regional de Itajaí divulgou na noite de quinta-feira (27) que a SDR necessita de voluntários para classificação e organização de mantimentos que estão chegando no Parque da Marejada.

Os voluntários devem se deslocar até o Parque da Marejada (Avenida Ministro Victor Konder, s/nº, bairro Fazenda) ou ligar no telefone da coordenação da SDR Itajaí: (47) 33498718.

Alerta para golpes


A Defesa Civil alerta aos que desejam contribuir em dinheiro para as vítimas atingidas pelas fortes chuvas, no litoral de Santa Catarina, para que prestem atenção nas contas onde estão efetuando o depósito. Muitos golpistas têm utilizado a internet, se passando pela Defesa Civil, e pedindo dinheiro em contas não-oficiais, através de e-mails.

A Defesa Civil disponibiliza oito contas oficiais nos bancos:


SICOOB SC - 756
Agência 1005
Conta Corrente 2008-7


Caixa Econômica Federal
Agência 1877
Operação 006
Conta 80.000-8

Banco do Brasil
Agência 3582-3
Conta Corrente 80.000-7

Besc
Agência 068-0
Conta Corrente 80.000-0

Bradesco S/A - 237
Agência 0348-4
Conta Corrente 160.000-1

Itaú S/A - 341
Agência 0289
Conta Corrente 69971-2

SICREDI - 748
Agência 2603
Conta Corrente 3500-9

SANTANDER - 033
Agência 1227
Conta Corrente 430000052

Nome da pessoa jurídica é Fundo Estadual de Defesa Civil, CNPJ - 04.426.883/0001-57.



Simone Raguzo
SC 02870 - JP

SIG Assessoria e Comunicação

Artigo: VIVA O POVO CATARINENSE! ABAIXO TODOS OS OPORTUNISMOS!

Artigo: VIVA O POVO CATARINENSE! ABAIXO TODOS OS OPORTUNISMOS!

Estivemos em Blumenau e Gaspar dos dias 27 à 30 de novembro, tomando maior contato com a situação de catástrofe que se abateu sobre as cidades, fazendo a solidariedade possível e analisando o que nossos olhos viram e nossos pés sentiram. Vimos muito, trabalhamos bastante e fomos apenas uma gota num oceano de solidariedades.

Junto com uma equipe de profissionais da saúde, formada pelo sindicato dos servidores públicos estaduais da saúde (SINDSAÚDE), estivemos em três comunidades de Blumenau e em uma comunidade de Gaspar. Fomos lá para a ponta do trauma, onde vivem ou viviam as pessoas, morando nos abrigos improvisados ou recebendo acolhida generosa e desinteressada de outros voluntários da própria cidade, gente que nunca mais esqueceremos, como os “jipeiros” Valdir e Coelho.

Na quinta-feira a situação em termos de acesso aos recursos mínimos necessários, como água, alimentação e medicamentos básicos eram bastante insuficientes. No domingo, já era possível perceber melhores condições. Mas ainda permanece o risco de epidemias em virtude das condições precárias.

É possível afirmar que um terço da população de Blumenau (que é de trezentas mil pessoas) esteja precisando de ajuda até mesmo para ter água e comida todos os dias. Não apenas os abrigados precisam de ajuda nesse sentido, e nem mesmo apenas os pobres. Comunidades isoladas, falta de abastecimento de água tratada para todos, empregos suspensos, impossibilidade de ir sequer ao banco (no caso dos que teriam recursos disponíveis). É preciso uma estrutura logística imensa para levar esses recursos elementares, lá na ponta da linha, para cem mil pessoas, até que se possa transitar com mais normalidade dos bairros para o centro da cidade, pelo menos.

Os donativos chegam em abundância na região afetada, mas é preciso que cheguem lá nos abrigos também em abundância. Em muitos casos, é preciso levar nas casas das pessoas, pois muitas estão ilhadas ou receosas. Em muitos casos, as pessoas correm risco de vida, mas insistem em não deixar suas casas, por dois motivos elementares: os muitos incômodos de viver em abrigos de uso coletivo e ainda pouco estruturados e; o medo de ter a casa assaltada na ausência.

E o drama é muito grande, e todos devemos estar à disposição para ajudar, de forma desinteressada. As pessoas, até mesmo muitas que perderam tudo que tinham, acabam indo para os abrigos e para as frentes de batalha ajudar os outros. Se existe meia dúzia de aproveitadores, a grande maioria é gente honesta e disposta a ajudar. A dificuldade é separar o joio do trigo e, principalmente, não confundir uns com os outros, inibindo a maioria do povo que é gente de bem.
O Estado de Santa Catarina tem bombeiros, policiais, enfermeiras, técnicas em enfermagem, médicos, assistentes sociais, engenheiros, agrônomos, médicos veterinários, sanitaristas, auditores fiscais... E toda essa gente está disposta a contribuir, de forma voluntária até, e mesmo nos dias de folga em suas cidades. Estranhamente, em alguns casos, essas ofertas de ajuda têm sido rejeitadas por algumas “autoridades”. Enquanto isso, outros estados estão mandando gente, que talvez custe muito mais ao erário, até porque lhes é necessário uma estrutura em alojamento e abastecimento que não seria necessário para os servidores públicos daqui.

Essa catástrofe vai passar, e o povo catarinense vai reerguer suas cidades, suas casas, seus postos de trabalho. E esses traumas, se têm muitos lados ruins, têm também o poder de unir as pessoas, de provocar a reflexão, de fazer muitos crescerem em generosidade. A vida não vai mais ser como antes para as sociedades mais atingidas, e hoje as pessoas olham isso com desespero e angústia. Nós também sabemos que não serão mais o que foram, mas temos certeza que serão muito melhores, em todos os aspectos. Os danos irreparáveis são as muitas vidas que perdemos, e outras que ainda vamos perder por causa da tragédia, pois até mesmo as condições emocionais agravam problemas crônicos de saúde, como diabete, hipertensão, etc, sem falar nos riscos de epidemias, como leptospirose, cólera, tétano, etc e outros acidentes cuja raiz seja o trauma atual.

Não concordo com a tese de setores do governo que dizem que o Estado perderá arrecadação até o mês de março por causa das chuvas e dos estragos que ela provocou. Se não tivermos mais chuvas fortes e contínuas nas próximas semanas, em menos de quinze dias teremos um mar de empregos nas cidades que mais sofreram. Quase tudo terá que ser reconstruído, quase tudo terá que ser novamente comprado. Blumenau, Itajaí, Gaspar, Ilhota, Luiz Alves, Rio dos Cedros, Jaraguá do Sul e tantas outras cidades vão virar um canteiro de obras nos próximos meses. As fábricas, as empresas de construção, os pedreiros autônomos, os pintores vão trabalhar como nunca, absorvendo muita força de trabalho, o que gera valor novo. Os empreendimentos comerciais vão vender como nunca venderam até o próximo natal e nos meses seguintes.

Além dos recursos externos, do governo federal, dos governos de todo o mundo, o povo atingido precisa de muito crédito. O negócio mais lucrativo nos próximos seis meses em Santa Catarina, e talvez no Brasil, vai ser investir na reconstrução, e os bancos sabem disso: onde há trabalho há riqueza sendo gerada. Tudo que foi perdido terá que ser reconstruído. O prejuízo já foi, já passou. Agora e sacudir a poeira (ou a lama) e fazer tudo de novo. Esse “fazer” de novo é a galinha dos ovos de ouro. Alguns enriquecerão muito com a tragédia, e essa riqueza será tirada do trabalho produtivo da maioria em movimento acelerado para “fazer” o que a chuva estragou. Claro, alguns empresários também perderam tudo, e esses deixarão de existir como empresários. Mas o seu drama particular não passará em vão, pois outras empresas tomarão o seu lugar num piscar de olhos, de forma que, no geral, o movimento é de crescimento econômico. Uns perdem para outros ganharem.

Esses recursos terão que chegar lá na ponta, onde estão as pessoas necessitadas. No momento, precisam água potável, alimentos, teto para morar e medicamentos básicos. Mas já é preciso pensar nos empregos, nas casas, criando frentes de trabalho para o imenso mutirão da reconstrução.

Se 80% do território de Itajaí foi tomado pela água, dá para calcular quantos eletrodomésticos foram perdidos? Muitos não poderão comprá-los imediatamente, mas é possível que pelo menos um terço do povo atingido possa ir às lojas ainda antes do natal e comprar boa parte (o essencial) novamente. As lojas de eletrodomésticos não conseguirão fechar as portas de tanta gente que vai começar a procurá-las já nesta semana. O que o poder aquisitivo dos moradores dessas cidades não conseguir alcançar, alcançará a solidariedade dos parentes de outras regiões e mesmo de outros estados. Hoje mesmo vamos a algumas lojas (noutra cidade catarinense) comprar toda a mobília de um companheiro bombeiro militar que perdeu tudo e continua trabalhando, ele e a esposa, morando no quartel. E estamos falando apenas de um, dos muitos dos nossos que precisarão.

Não é verdade que o Estado perderá arrecadação. A parte logística afetada, como o porto de Itajaí e as estradas, terá recursos federais e mundiais para reconstruir, e isso também gerará empregos, e salários, e poder aquisitivo, e compras no comércio, e impostos. Se é verdade que muitos perderam os empregos atuais (alguns nunca mais recuperarão os mesmos empregos), é também verdade que muitos novos empregos serão criados na reconstrução de tudo.

Estima-se que cinco mil casas terão que ser construídas só em Blumenau. Quem fará esse serviço? Teremos voluntariado, mas teremos também muitos salários. Os recursos têm que vir dos governos, das instituições públicas de todos os âmbitos, de financiamentos bancários a juro baixo (ou sem juros, de preferência). O trabalho terá que ser o trabalho do povo catarinense em sua maioria.

O que não pode ter é roubo, desvio, oportunismo! As autoridades, todas elas, precisam fiscalizar tudo. Existem os órgãos públicos e poderes do Estado para fazer isso, e um deles é a Assembléia Legislativa, e o são também as câmaras municipais. Devemos formar comissões especiais para esse fim, e todas as autoridades honestas não podem se inibir com isso. Pelo contrário, devem agradecer, pois em tempos de caos, a maioria honesta pode ser afetada por alguns inescrupulosos, em todas as áreas da sociedade, e também no poder público.

Santa Catarina vai se reconstruir. Perdemos muitas vidas e perderemos outras ainda, lamentavelmente! E isso não dá mais para recuperar, e a dor ficará para sempre, sobretudo com os familiares mais próximos. Perdemos muitas riquezas também, e até mesmo alguns empresários perderam tudo que tinham e não serão mais empresários. Mas serão muito úteis na reconstrução, e podem ajudar a sociedade com sua capacidade administrativa. No mais, é arregaçar as mangas e ir trabalhar. Outros tantos vão enriquecer (mesmo honestamente, segundo as regras do capitalismo), e a sociedade inteira vai criar oportunidades de empregos, de criação de valor novo, de circulação intensa de mercadorias e serviços. Vai aumentar a arrecadação, e esse aumento começa já nas próximas semanas. Quem tiver dúvida, é só medir. Sim, vamos mensurar o crescimento da arrecadação, para que não nos entreguem um gato quando têm nas mãos uma lebre.

A 254? Ela custa um nada diante disso tudo. Bastaria um suspiro de sensibilidade do governo para resolver mais esse drama. Diante de policiais, bombeiros e agentes prisionais extenuados pelo trabalho de defesa do povo, trabalho que não permite sequer uma mobilização reivindicatória, o governo poderia ter essa sensibilidade, de resolver isso assim, nesse espírito de fraternidade que abraça nossa gente. Se essa questão não for vista dessa forma, nosso drama continuará para além das enxurradas, dos desbarrancamentos, das avalanches de lama, árvores e entulhos. Também queremos um natal de comunhão, em todos os sentidos. Se não for assim para os praças, não será para os maiorais. Que não usem o drama do povo para justificar nosso próprio drama.

Viva a força do povo catarinense! Abaixo todos os oportunismos!


Amauri Soares
2º Sgt RR – Deputado Estadual

Comunidade de Santo Amaro da Imperatriz doa produtos coloniais

Comunidade de Santo Amaro da Imperatriz doa produtos coloniais para
atingidos pelas chuvas
Florianópolis, 01/12/2008 16:06:30


A comunidade de Santo Amaro da Imperatriz está produzindo e doando
produtos coloniais para atingidos pelas chuvas em Santa Catarina. Cerca de
30 voluntários de movimentos da Igreja Católica da região estão
produzindo, por dia, uma média de 1.000 pães grandes, 500 cucas e 200
quilos de bolachas. As doações estão sendo enviadas todas as manhãs, desde
o último sábado (29), por meio de caminhões cedidos também pela
comunidade, para a Capela São Cristóvan, no bairro Cordeiros e para a
Marejada, ambos em Itajaí. Na terça-feira (2), os abrigos de Gaspar e
Ilhota também serão beneficiados.

Na quinta-feira (4), os colaboradores de Santo Amaro vão fazer a Galinhada
Assada, também para doação.

Quem quiser colaborar, é só doar para a Igreja da Matriz de Santo Amaro da
Imperatriz, das 7 às 20 horas, insumos para produzir os alimentos que
serão encaminhados aos abrigos, como ovos, trigo, leite, gorduva vegetal,
açucar, fermento e maizena, além das galinhas para a Galinhada Assada da
próxima quinta.

Áreas mais críticas continuam sem eletricidade

Áreas mais críticas continuam sem eletricidade
Florianópolis, 01/12/2008 15:22:42

Boletim Sistema Elétrico Celesc - Atualização 14h00


A recuperação emergencial do sistema elétrico de Alta Tensão (AT) da
Celesc atingido pelas chuvas e deslizamentos prossegue de forma gradual e
contínua. Em muitas unidades consumidoras ainda não há eletricidade, pois
o sistema de Baixa Tensão (BT) está comprometido por dano às instalações
residenciais e/ou nos medidores.

Na região de Blumenau, o maior volume de danos à rede está localizado nas
cidades de Blumenau e Luis Alves. Na cidade de Blumenau, o bairro
Progresso é o mais problemático. Os deslizamentos e a fragilidade do solo
permanecem como os maiores empecilhos para realizar alguns trabalhos de
recuperação do sistema elétrico. Há pontos em áreas específicas em que a
Empresa não consegue acesso (bairros da Velha Grande e Garcia, por
exemplo). Agora, 3% das unidades estão sem luz na cidade (3.908). Em
Brusque, havia 1.105 unidades sem energia elétrica. Em Luis Alves, 18% da
rede ainda está desenergizada (637 unidades). No município de Gaspar, onde
1.143 permaneciam sem energia no início da manhã, a Celesc não tem acesso
ao bairro Belchior. Em toda a Agência Regional Blumenau da Celesc
Distribuição, que abrange 16 municípios, cerca de 3% das unidades está sem
energia.

Na região de Itajaí, os municípios com mais danos na rede elétrica foram
Ilhota e Itajaí. A situação mais grave continua em Ilhota (danos em 15,6%
da rede), mais especificamente no bairro Baú Central (66% da rede). A
Agência Regional Itajaí concluiu, no final de semana, uma rede com 2
transformadores para atender o Hospital de Campanha do Exército, erguido
no Trevo de Itajaí com Blumenau. A Agência, que abrange 12 municípios, tem
793 unidades consumidoras sem energia elétrica (0,3% de toda rede).

ATENÇÃO: A Celesc alerta que a recomposição do sistema está sendo
realizada em caráter emergencial, podendo haver problemas intermitentes no
abastecimento. Lembra também que os moradores devem evitar riscos,
mantendo distância de fiações elétricas danificadas e deixando desligados
os equipamentos elétricos que estejam sob as águas. A queda de postes e/ou
cabos da rede elétrica deve ser avisada imediatamente à Celesc, à Defesa
Civil ou Bombeiros.

Centrais Elétricas de SC SA

Dez casos suspeitos de leptospirose

Dez casos suspeitos de leptospirose são notificados em Santa Catarina
Florianópolis, 01/12/2008 15:14:47


Foram notificados, junto à Diretoria de Vigilância Epidemiológica da
Secretaria de Estado da Saúde, dez casos suspeitos de leptospirose, com
pacientes encaminhados às unidades de Saúde de Blumenau e Ilhota ao longo
do fim de semana. Doença infecciosa febril, aguda e potencialmente grave,
a leptospirose é uma zoonose transmitida principalmente pelo contato com a
urina de roedores, como ratazanas e ratos de esgoto, e se manifesta com
freqüência em situação de enchentes. Como não existe vacina para a doença,
a melhor maneira de evitá-la é utilizando calçados e luvas impermeáveis,
para reduzir ao máximo o contato com água ou lama contaminados.

Os sintomas da leptospirose costumam aparecer entre 2 e 30 dias após a
infecção, e as manifestações iniciais são febre alta de início súbito,
sensação de mal estar, dor de cabeça constante e acentuada, dor muscular
intensa, cansaço e calafrios. Dor abdominal, náuseas, vômitos e diarréia
são freqüentes, podendo levar à desidratação. Em cerca de 10% dos
pacientes, a partir do terceiro dia de doença surge icterícia (olhos
amarelados), que caracteriza os casos mais graves. O diagnóstico é feito
através de exame de sangue, e a recomendação é que, ao perceber um ou mais
sintomas ligados à leptospirose, a pessoa procure o quanto antes um
serviço de Saúde, para receber o devido tratamento.

Secretaria de Estado da Saúde

Boletim Sistema Elétrico Celesc

Boletim Sistema Elétrico Celesc - Atualização 14h00
Florianópolis, 01/12/2008 14:44:43


A recuperação emergencial do sistema elétrico de Alta Tensão (AT) da
Celesc atingido pelas chuvas e deslizamentos prossegue de forma gradual e
contínua. Em muitas unidades consumidoras ainda não há eletricidade, pois
o sistema de Baixa Tensão (BT) está comprometido por dano às instalações
residenciais e/ou nos medidores.

Na região de Blumenau, o maior volume de danos à rede está localizado nas
cidades de Blumenau e Luis Alves. Na cidade de Blumenau, o bairro
Progresso é o mais problemático. Os deslizamentos e a fragilidade do solo
permanecem como os maiores empecilhos para realizar alguns trabalhos de
recuperação do sistema elétrico. Há pontos em áreas específicas em que a
Empresa não consegue acesso (bairros da Velha Grande e Garcia, por
exemplo). Agora, 3% das unidades estão sem luz na cidade (3.908). Em
Brusque, havia 1.105 unidades sem energia elétrica. Em Luis Alves, 18% da
rede ainda está desenergizada (637 unidades). No município de Gaspar, onde
1.143 permaneciam sem energia no início da manhã, a Celesc não tem acesso
ao bairro Belchior. Em toda a Agência Regional Blumenau da Celesc
Distribuição, que abrange 16 municípios, cerca de 3% das unidades está sem
energia.

Na região de Itajaí, os municípios com mais danos na rede elétrica foram
Ilhota e Itajaí. A situação mais grave continua em Ilhota (danos em 15,6%
da rede), mais especificamente no bairro Baú Central (66% da rede). A
Agência Regional Itajaí concluiu, no final de semana, uma rede com 2
transformadores para atender o Hospital de Campanha do Exército, erguido
no Trevo de Itajaí com Blumenau. A Agência, que abrange 12 municípios, tem
793 unidades consumidoras sem energia elétrica (0,3% de toda rede).

ATENÇÃO: A Celesc alerta que a recomposição do sistema está sendo
realizada em caráter emergencial, podendo haver problemas intermitentes no
abastecimento. Lembra também que os moradores devem evitar riscos,
mantendo distância de fiações elétricas danificadas e deixando desligados
os equipamentos elétricos que estejam sob as águas. A queda de postes e/ou
cabos da rede elétrica deve ser avisada imediatamente à Celesc, à Defesa
Civil ou Bombeiros.

Centrais Elétricas de SC SA

Hospital de Campanha

Hospital de Campanha atenderá apenas a demanda referenciada por uma
unidade de Saúde


A Secretária de Estado da Saúde, Carmen Zanotto, que acompanhou nesta
segunda-feira (01) a abertura do Hospital de Campanha da Força Aérea
Brasileira, instalado no trevo Itajaí-Ilhota, no entrocamento da BR-101
com a Rodovia Jorge Lacerda, faz um apelo às populações atingidas pela
enchente: que continuem procurando as unidades de saúde de suas cidades,
como de costume. “São os postos de Saúde, os hospitais e as equipes de
resgate que vão encaminhar os pacientes ao Hospital de Campanha, já que o
atendimento ali é referendado, ou seja, prioriza quem já se submeteu à
triagem realizada por um profissional de Saúde”, destaca. “Também não
estamos oferecendo vacinação em massa, pois não existe imunização contra a
leptospirose”, explica a Secretária Carmen.

A opção de atendimento à demanda referenciada por um profissional de
Saúde se deve à estatística de que, em média, 60% dos pacientes que
procuram as Emergências dos hospitais não se enquadram neste perfil, mas
no de condutas clínicas. “Se a triagem nos hospitais encaminhar os casos
menos graves para o Hospital de Campanha, vamos otimizar a estrutura das
Emergências, agilizando os atendimentos”, avalia a Secretária, que fez
questão de instituir equipes volantes atuando junto aos abrigos com
vítimas da enchete, para investigar, em especial, casos suspeitos de
doenças infecto-contagiosas, como a hepatites A, a leptospirose e a febre
tifóide.

Esta é a primeira vez que um Hospital de Campanha é instalado em
Santa Catarina, e além de toda a estrutura armada em terra, a Força Aérea
Brasileira enviou a Navegantes equipes com helicópteros e aeronaves que
estão auxiliando no transporte de pacientes. Cerca de 100 militares, dos
quais 37 são médicos especialistas, estão trabalhando no Hospital de
Campanha, que tem capacidade para atender até 400 pacientes por dia, e que
permanece no Estado enquanto houver demanda para este serviço.

Secretaria de Estado da Saúde

Escolas atenderão normalmente até quarta-feira na região de Itajaí

Até quarta-feira (3) as 40 escolas estaduais da região atenderão
normalmente os mais de 40 mil alunos da rede. A partir desta data
permanecerão nas salas de aula apenas os estudantes que não alcançaram a
média 7,0, conforme determinação do secretário de Estado da Educação,
Paulo Bauer.

Para a gerente regional da Educação, Maria Alice Pereira, as escolas estão
em condições de atender a população, mesmo as que foram atingidas pela
enchente ou serviram de abrigo. “Nesta semana muitos alunos serão
dispensados por já terem atingido boas notas, desta forma, haverá espaço
adequado para todos nas salas de aula”, disse a gerente.

Segundo levantamento da Secretaria Regional, seis unidades de Itajaí foram
prejudicadas. Móveis, computadores e a pintura das paredes foram
danificados pela água e o prejuízo pode ultrapassar R$ 130 mil. A previsão
é que no início de 2009 as escolas estejam totalmente recuperadas. O ano
letivo de 2008 encerra 19 de dezembro. Assessoria de Comunicação- SDR
Itajaí (47) 9606 2636/ 8859 7152

Secretaria de Estado de Des Reg Itajaí

Escolas atenderão normalmente até quarta-feira na região de Itajaí

Até quarta-feira (3) as 40 escolas estaduais da região atenderão
normalmente os mais de 40 mil alunos da rede. A partir desta data
permanecerão nas salas de aula apenas os estudantes que não alcançaram a
média 7,0, conforme determinação do secretário de Estado da Educação,
Paulo Bauer.

Para a gerente regional da Educação, Maria Alice Pereira, as escolas estão
em condições de atender a população, mesmo as que foram atingidas pela
enchente ou serviram de abrigo. “Nesta semana muitos alunos serão
dispensados por já terem atingido boas notas, desta forma, haverá espaço
adequado para todos nas salas de aula”, disse a gerente.

Segundo levantamento da Secretaria Regional, seis unidades de Itajaí foram
prejudicadas. Móveis, computadores e a pintura das paredes foram
danificados pela água e o prejuízo pode ultrapassar R$ 130 mil. A previsão
é que no início de 2009 as escolas estejam totalmente recuperadas. O ano
letivo de 2008 encerra 19 de dezembro. Assessoria de Comunicação- SDR
Itajaí (47) 9606 2636/ 8859 7152

Secretaria de Estado de Des Reg Itajaí

Começa última etapa da recuperação da ponte Hercílio Luz

A reforma e restauração total da ponte Hercílio Luiz, o principal cartão
postal de Florianópolis, deverá estar totalmente concluída até o inicio de
2010 permitindo o tráfego integrado de veículos, pedestres, ciclistas num
sistema integrado com o projeto do metrô de superfície. A ordem de serviço
para a segunda e última etapa dos trabalhos, que deve iniciar
imediatamente, foi assinada na manhã desta segunda-feira (1º), no Centro
Administrativo pelo vice-governador Leonel Pavan e o secretário de Estado
da Infra-Estrutura (Deinfra), Romualdo França. O investimento total até a
conclusão da obra deverá chegar aos R$ 100 milhões.

“Mesmo com a situação de emergência que vive o Estado, o governo não pode
parar. A fase final da recuperação de um dos principais de símbolos de
Santa Catarina que hoje começa é mais uma prova de nossa grande capacidade
de reação também na economia e no turismo”, declarou Pavan durante o ato
de assinatura.

As obras de recuperação foram divididas em duas fases. Na primeira etapa
foram investidos R$ 25 milhões. Outros R$ 75 milhões serão aplicados nesta
segunda e última etapa, a mais importante, segundo o Secretário de Estado
de Infra-estrutura, Romualdo França, porque envolvem a troca do sistema
cortante (cabos de sustentação) e o reforço das fundações, consideradas
obras problemáticas. O prazo de conclusão é de 12 a 15 meses e após a
reabilitação, a ponte deverá estar novamente integrada ao sistema viário
da Capital, respondendo por parte do trânsito de travessia entre a Ilha e
o Continente, inclusive apta a receber um metrô de superfície, que
interligaria o continente até o campus da Universidade Federal de Santa
Catarina (UFSC), na Trindade, em fase de projeto.

Gabinete do Vice-Governador do Estado de SC

Doações aos flagelados pela chuva em SC chegam a R$ 5,7 milhões

As doações aos atingidos pelas chuvas em Santa Catarina através das oito
contas bancárias abertas pela Defesa Civil Estadual contabilizavam R$
5.714.157,51 nesta segunda-feira (1º/12). O desastre provocado pelas
chuvas, que caem principalmente na região do Vale do Itajaí há dez dias,
registrou até o momento cerca de 78 mil pessoas entre desabrigados e
desalojados, além de haver a confirmação oficial de 114 mortes.

Dos R$ 3,6 milhões contabilizados em doações ao Fundo Estadual de Defesa
Civil até a última sexta-feira (28/11), R$ 811.727,00 já foram utilizados
para a aquisição de produtos de higiene pessoal, itens de limpeza e cestas
básicas com alimentos. Os produtos já foram encaminhados para as regiões
de Itajaí (R$ 395.558,00), Brusque (R$ 244.920,00) e Jaraguá do Sul (R$
172.289,00).

As doações são amparadas pelo Fundo Estadual de Defesa Civil. As doações
que estão sendo recebidas para atender às vítimas do desastre em Santa
Catarina são amparadas pela lei estadual n° 10.925, de 22 de setembro de
98, que trata do Sistema Estadual de Defesa Civil (SIEDC) e do Fundo
Estadual de Defesa Civil (FUNDEC). Qualquer movimentação do dinheiro
arrecadado passa pela prestação de contas no Tribunal de Contas do Estado
(TCE).

Um número de telefone, que dá informações sobre como proceder com as
doações e os números das contas, foi disponibilizado pela Defesa Civil, no
último domingo (30). O número é 0800 482 020, mais informações também no
site oficial do desastre: www.desastre.sc.gov.br.

Quadro de doações:

Banco do Brasil - R$ 3.930.532,26

Bradesco - R$ 1.030.294,46

Itaú - R$ 392.362,57

BESC - R$ 149.618,57

CEF - R$ 188.688,30

Sicoob/SC - R$ 2.981,91

Sicred - R$ 550,00

Santander - R$ 19.123,44

Secretaria de Estado de Comunicação

Luiz Henrique: prioridade de ação é o atendimento aos afetados

O governador Luiz Henrique, acompanhado do vice Leonel Pavan, garantiu na
manhã desta segunda-feira (1/12) que as prioridades de ação do Governo do
Estado, em conseqüência das fortes chuvas que atingiram Santa Catarina,
são o resgate, atendimento e socorro às vítimas; o controle de epidemias -
a cuidado da Secretaria de Estado da Saúde; e a reconstrução. A afirmação
foi durante visita ao Hospital de Campanha que entrou em operação às 8
horas desta manhã, com capacidade para atender até 400 pacientes por dia.

“Este hospital não poderia ter vindo em melhor hora”, destacou Luiz
Henrique. Disponibilizado pelo Ministério da Defesa à Santa Catarina para
atender as vítimas das fortes chuvas que atingiram o Estado, o hospital
foi instalado no cruzamento entre a BR-101 e a Rodovia Jorge Lacerda,
junto ao posto de combustíveis Santa Rosa.

A estrutura possui 50 tendas, 30 leitos e atendimento em nove
especialidades: clínica geral, ortopedia, ginecologia, anestesia,
pediatria, cirurgia, odontologia, Raio-x e exames laboratoriais. Sob o
comando do major brigadeiro Dias, comandante-geral da Operação Santa
Catarina da Força Aérea Brasileira (FAB), o atendimento conta com 37
profissionais de Saúde e uma estrutura de apoio de aproximadamente 80
pessoas.

De acordo com o governador, equipes dos Ministérios da Integração Nacional
e da Saúde estão fazendo um levantamento sobre as principais necessidades
da população catarinense. “O Governo do Estado está destinando recursos do
Fundo Social para que nada falte nesta emergência. Estamos em contato com
os prefeitos e atendendo todas as demandas dos municípios atingidos”,
explica.

Por volta das 8h30min desta segunda-feira, a primeira pessoa foi atendida
no hospital. Os atendimentos são referendados e os pacientes são levados
ao local por alguma unidade de saúde. O horário de funcionamento é das 8
às 16 horas.

Luiz Henrique conheceu as instalações acompanhado da secretária de Estado
da Saúde, Carmem Zanotto; do secretário da Justiça e Cidadania,
Justiniano Pedroso; do diretor da Defesa Civil Estadual, major Márcio Luiz
Alves; e do prefeito de Itajaí, Volnei Morastoni.

Secretaria de Estado de Comunicação

Doações são amparadas pelo Fundo Estadual de Defesa Civil

As doações que estão sendo recebidas para atender às vítimas do desastre
em Santa Catarina são amparadas pela lei estadual n° 10.925, de 22 de
setembro de 98, que trata do Sistema Estadual de Defesa Civil (SIEDC) e
do Fundo Estadual de Defesa Civil (FUNDEC). Qualquer movimentação do
dinheiro arrecadado passa pela prestação de contas no Tribunal de Contas
do Estado (TCE).

Foi feita uma reunião entre a Defesa Civil e o Tribunal de Contas, antes
mesmo de começar a arrecadação, para definir como se procederia com o
dinheiro. "Tudo o que se arrecadar será usado em benefício dos atingidos
por essa catástrofe, toda a movimentação do dinheiro passa pelo TCE e
também disponibilizaremos cópias de extratos para a população", esclarece
o contador da Defesa Civil de Santa Catarina, Carlos Cristiano de
Oliveira.

Um número de telefone, que dá informações sobre como proceder com as
doações e os números das contas, foi disponibilizado pela Defesa Civil, no
último domingo (30). O número é 0800 482 020, mais informações também no
site oficial do desastre: www.desastre.sc.gov.br.

Secretaria de Estado de Coordenação e Articulação

Jovens voluntários auxiliam trabalho de distribuição de mantimentos

O centro de recebimento e distribuição da Defesa Civil, com sede no
aeroporto de Navegantes, possui uma ajuda importante, conforme explica o
capitão Edir, do órgão estadual. Cerca de 60 jovens da região do Alto Vale
do Itajaí, voluntariamente, auxiliam no trabalho de triagem do material,
carregamento de caminhões e aeronaves. Como estímulo, a Defesa Civil, em
parceria com a Força Aérea Brasileira (FAB), embarca os jovens nas
aeronaves que irão entregar mantimentos. “Achei importante estimulá-los a
voar e promover o contato com as localidades para eles terem dimensão do
trabalho sendo realizado por eles”, explica o capitão Edir.

A área do hangar do aeroporto de Navegantes utilizada como centro de
abastecimento e recebimento precisou ser aumentada no último domingo (30)
devido à demanda de doações. Três containers foram colocados próximo ao
local para comportar todo o material recebido. A distribuição de material
é realizada por via terrestre, preferencialmente, e aérea, nas áreas
isoladas ou de difícil acesso. “Contamos com a ajuda de quatro viaturas
tracionadas: duas do Ibama e duas da Eletrosul, que conseguem fazer a
entrega pontualmente”, afirma o capitão.

Doações - A Defesa Civil pede que as doações sejam feitas em
dinheiro, pois a distribuição de material exige muita logística e pessoal
para realizar a triagem e carregar caminhões e aeronaves. A prioridade de
compra no momento é de colchões, lençóis e travesseiros. “Algumas pessoas
já liberadas pela Defesa Civil estão retornando a suas casas, por isso a
demanda é grande, pois foram dez municípios afetados”, aponta.

Através do depósito bancário, de qualquer valor, os mantimentos poderão
ser comprados no próprio município atingido, contribuindo ainda para a
injeção de recursos financeiros na economia local.

Empresas, associações e grupos que estão enviando comida, água, sapatos e
roupas para Santa Catarina, a Defesa Civil pede para que os caminhões se
dirijam diretamente para as Secretarias de Desenvolvimento Regional ou
municípios atingidos pelas cheias.

A Defesa Civil disponibiliza oito contas oficiais nos bancos:


- SICOOB SC - 756 - Agência 1005, Conta Corrente 2008-7

- Caixa Econômica Federal - Agência 1877, operação 006, conta 80.000-8

- Banco do Brasil - Agência 3582-3, Conta Corrente 80.000-7

- Besc - Agência 068-0, Conta Corrente 80.000-0.

- Bradesco S/A - 237 Agência 0348-4, Conta Corrente 160.000-1

- Itaú S/A - 341, Agência 0289, Conta Corrência 69971-2

- Sicredi - 748, Agência 2603, Conta Corrente 3500-9

- Santander - 033, Agência 1227, Conta Corrente 430000052

O nome da pessoa jurídica é Fundo Estadual de Defesa Civil, com CNPJ -
04.426.883/0001-57.

Secretaria de Estado de Comunicação

A Secretaria de Estado da Saúde esclarece

HOSPITAL DE CAMPANHA: Está confirmada a abertura do Hospital de Campanha
nesta segunda-feira, no trevo Itajaí-Ilhota, no entroncamento da BR-101
com a rodovia Jorge Lacerda. Da Secretaria de Estado da Saúde estarão
presentes a Secretária de Estado da Saúde, Carmen Zanotto, o diretor-geral
da SES, dr. Lester Pereira, o superintendente de Hospitais Públicos, dr.
Roberto Hess de Souza, e o Superintendente de Vigilância em Saúde, Winston
Zomkowski.

VOLUNTÁRIOS: Através da Comissão Interna para Resposta ao Desastre, da
Secretaria de Estado da Saúde, foi elaborada uma ficha de inscrição para
todos os profissionais de Saúde que queiram prestar socorro e assistência
nas cidades mais atingidas pelas cheias. Assim que forem surgindo demandas
específicas, os profissionais serão chamados e orientados pelas equipes da
SES para que possam otimizar sua experiência e seu espírito de
participação. Os voluntários podem preencher o cadastro no site:
www.saude.sc.gov.br. A orientação é que ninguém se desloque para fazer
atendimentos sem ter sido chamado, pois é preciso organizar os grupos de
trabalho conforme as necessidades de cada região afetada. Eventuais
dúvidas poderão ser esclarecidas junto à Coordenação de Urgência e
Emergência da SES.

DOAÇÃO DE MEDICAMENTOS: Outra solicitação da Comissão Interna para
Resposta ao Desastre da SES é que todos os interessados em doar
medicamentos entreguem os seus donativos nas Secretarias Municipais de
Saúde ou na Secretaria de Estado da Saúde, na rua Esteves Jr, 160 –
Centro, em Florianópolis. Além de permitir a triagem dos remédios, para
verificar se estavam em condições ideais de armazenamento e dentro do
prazo de validade, isso limita a auto-medicação e estimula a busca por
assistência em uma unidade de Saúde.

LEPTOSPIROSE: Até a tarde de domingo, 30 de novembro, a Diretoria de
Vigilância Epidemiológica (DIVE SES SC) não havia recebido nenhuma
notificação de caso suspeito ou confirmado de leptospirose em Santa
Catarina. A expectativa é que já existam muitos casos sendo investigados e
que o número aumente diariamente, mas a SES não está apta a divulgar o
quantitativo pois, segundo Luis Antonio Silva, diretor de Vigilância
Epidemiológica no Estado, o preenchimento dos cadastros para notificação
não é uma prioridade neste momento. “Assim que a DIVE receber a primeira
notificação das vigilâncias municipais, será emitida uma Nota Técnica, que
a partir de então passará a ser atualizada regularmente”, esclarece.

Secretaria de Estado da Saúde

Foco da campanha da Saúde no Dia Mundial de Luta contra a Aids

Foco da campanha da Saúde no Dia Mundial de Luta contra a Aids é a
população acima de 50 anos


Pessoas acima de 50 anos são o foco da Campanha Nacional do Ministério da
Saúde no Dia Mundial de Luta contra a Aids, comemorado nesta
segunda-feira, 1º de dezembro. Em Santa Catarina, a Secretaria de Estado
da Saúde, através da Diretoria de Vigilância Epidemiológica, vai
intensificar as ações para a população nessa faixa etária, principalmente
com a disseminação de informações sobre a doença.

Com o slogan “Craque nunca esquece a proteção. Use camisinha, mesmo depois
dos 50 anos”, a campanha da SES, criada pela agência Fórmula, espera
mostrar que as pessoas têm o direito de exercer sua sexualidade com
responsabilidade em qualquer idade, independente da classe social e
condição econômica, dando fim a estigmas e preconceitos. Entre os motivos
para a preocupação com a população com mais de 50 estão o aumento da
expectativa de vida e o crescimento do número de casos de Aids. Desde
1987, quando foi registrada a primeira contaminação no Estado em paciente
com mais de 50 anos, a SES já registrou 1877 casos nessa faixa etária.
Dados mais recentes, de 2008, mostram que 799 pessoas contraíram a doença
em Santa Catarina, sendo que 125 delas têm mais de 50 anos, o equivalente
a 15% dos registros.

“Com a produção de novas drogas que possibilitam o tratamento da
impotência sexual e as inovações na área da reposição hormonal, a
qualidade e a freqüência das relações sexuais aumentaram e o sexo deixou
de ser exclusividade dos jovens. Porém, os homens e as mulheres nessa fase
da vida estão fazendo sexo sem proteção, o que se reflete no aumento do
número de pessoas infectadas pelo HIV”, analisa a gerente estadual de
vigilância das DST, HIV/Aids, Iraci Batista Silva. Ela afirma ainda que a
sexualidade nas idades mais avançadas permanece cercada de tabus, como a
resistência ao uso da camisinha.

“São vários os obstáculos relacionados ao uso do preservativo. Entre os
homens são a pouca habilidade para colocá-lo e a idéia equivocada de
diminuição do prazer. Entre as mulheres são o repasse dessa
responsabilidade ao parceiro e o fato de não mais poderem engravidar, o
que permite a falsa impressão de que o preservativo é dispensável”, alerta
Iraci. Uma das características da epidemia da doença no Estado é que, na
maior parte dos casos, a contaminação ocorre em heterossexuais. Outra
preocupação da SES é a interiorização da epidemia. Dos 293 municípios
catarinenses, 234 apresentam pelo menos um caso de Aids.

Secretaria de Estado da Saúde

SOS Gravatá ajuda atingidos pelas enchentes

A Associação dos Amigos do HU juntamente com o movimento SOS Gravatá organizam neste final de semana (29 e 30 de Novembro), a arrecadação de donativos para as vítimas da enchente no vale do itajaí, cujo ponto de coleta se concentrará nas intermediações do casarão da Lagoa na Praça Bento Silvério.

Assim sendo, gostariamos de sensibilizar a todos no sentido de contribuirem através de doações de alimentos não perecíveis, roupas, material de higiene, dentre outros, para aqueles que perderam tudo, e que estão totalmente desolados em virtude desta catastrofe natural.

A organização deste movimento, acredita na solidariedade de todos, e certamente com este espírito, iremos ajudar a diminuir o sofrimento de todos aqueles que convivem naquela região.

Portanto, deixe aflorar seu lado solidário e ajude-nos nesta corrente de força mútua, para recompor a vida de nossos irmãos catarinenses, vitimados pelas chuvas torrências dos últimos meses.

att
Movimentos SOS Gravatá e Assoc. Amigos do HU.

BR-470 está totalmente interditada

BR-470 está totalmente interditada

A BR-470, que liga os municípios de Gaspar e Blumenau, foi totalmente
interditada na manhã deste sábado (29).

Há risco de desmoronamentos no local, e o morro onde está instalada a
antenada da Vivo, companhia de telefonia móvel, está começando a ceder.

O desvio de carros pequenos está sendo feito através do perímetro urbano.
Caminhões não estão autorizados a passar, e neste momento, seis caminhões
com doações que estavam a caminho de Blumenau estão parados na rodovia.

Secretaria de Estado de Coordenação e Articulação

DE PORTAS ABERTAS PARA A LINGUA ESTRANGEIRA: ITALIANO

Artigo:

DE PORTAS ABERTAS PARA A LINGUA ESTRANGEIRA: ITALIANO


Três alunas do último semestre de Letras-Língua Italiana e Literaturas da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) estagiaram no Centro Comunitário do Pantanal (CCPAN) durante o segundo semestre de 2008. A disciplina Prática de Ensino de Língua Estrangeira tem como objetivo proporcionar aos alunos a experiência real de uma sala de aula.
O primeiro desafio foi escolher o público (crianças, adolescentes, adultos ou idosos) e o local para estagiar. O Centro Comunitário do Pantanal (CCPAN) possui um espaço onde crianças de 5 a 14 anos fazem recreação no turno que não estão na escola. O CCPAN como de costume abriu mais uma vez as portas para os estagiários da UFSC e nós ofereceram todas as segundas e quartas durante uma hora e trinta minutos a turma das crianças do período matutino. O segundo desafio foi preparar o projeto para apresentar ao local do estágio.
O projeto teve como objetivo, oportunizar aos alunos o contato com a língua italiana através do tema jogos olímpicos focando a aquisição de vocabulário. O Tema “Jogos Olímpicos” foi escolhido por ter estado em evidência no segundo semestre de 2008, facilitando a interação e a compreensão dos alunos, aproveitando o conhecimento que os mesmos já tinham sobre o tema. Já que o tema propunha uma maior interação entre Brasil e Itália e com a oportunidade do advindo dos jogos olímpicos foi muito mais fácil inserir o aprendizado da língua e cultura italiana de forma lúdica. Segundo a abordagem cognitiva os conhecimentos que os alunos trouxeram consigo foram um dos elementos mais importantes para a aquisição de novos conhecimentos. Para atingir o objetivo trabalhamos com temas (Breve comentários sobre Brasil, Itália e China, cores, números, modalidades esportivas, corpo humano, vestuário e alimentos) seguindo a metodologia do diálogo e participação dos alunos, pretendendo captar as percepções e visões dos alunos em relação dos temas envolvidos com o tema Jogos Olímpicos. Foi utilizada para o desenvolvimento deste trabalho a aplicação das seguintes estratégias didáticas: atividades lúdicas como jogos, música, vídeos; fotocópias de materiais didáticos e cartazes.
O terceiro e último desafio foi a própria experiência pedagógica. As aulas iniciaram dia 12 de agosto de 2008, foram divididos dois conteúdos por estagiária enquanto uma liderava a turma as outras serviam como auxiliares. Os desafios encontrados foram os seguintes: trabalhar com crianças de idades variadas, algumas ainda não alfabetizadas; o número da turma oscilava com freqüência volta eram quatorze volta eram quatro em sala, nunca se podia prever ao certo, prejudicando a continuidade do conteúdo; prender atenção dos alunos, fazer com que eles se interessem pelo conteúdo. Esses são obstáculos encontrados não apenas por estagiários, mas também com professores já formados, e a prática de ensino proporciona mais experiência aos estagiários fazendo com que saiam mais preparados para o mercado de trabalho.
Agradecimentos as professoras Lusinete France de Lima e Cristiana Tramonte por terem acompanhado nosso processo de estágio; aos alunos por participarem e ao CCPAN por mais uma vez abrir as portas para o Italiano.
Jessyca Steele Ganzo Weickert,
Kali Correia Santini
Silvane Rita Tochetto Zardo