sexta-feira, 16 de maio de 2008

Serviços de saúde e estética de graça e para todos

O Senac estética, especializado em cursos de formação profissional nas áreas de saúde e imagem pessoal, realiza no dia 20 de maio o 1º Dia da Saúde e Beleza, em comemoração a Semana da Enfermagem. O evento será realizado no Largo da Alfândega, das 9h às 21 horas e vai oferecer serviços gratuitos à população como: corte de cabelo, manicure, higienização de pele, avaliação e orientação podológica (com alunos do curso de podologia), medição de P.A., dosagem de glicose capilar, massagem tuiná, entre outros. Haverá, também, atendimento de orientação odontológica pediátrica e escovação com a equipe de profissionais do SESC.


Conheça o Senac Estética

O Senac Estética é uma unidade instalada em Florianópolis para atender especialmente as áreas de Saúde e Imagem Pessoal. A estrutura comporta laboratórios desenvolvidos para as aulas práticas dos cursos, que garantem aos alunos experiência prática em equipamentos de alta qualidade.

A unidade oferece cursos que são novidade no mercado de trabalho e é reconhecida por clínicas de estética, spas, salões, hotéis e centros de beleza como uma das principais instituições formadoras de profissionais qualificados de acordo com às necessidades do mercado de trabalho.
Entre os destaques está a podologia. A primeira turma do curso irá formar-se em julho. “Temos alunos de todas as regiões do estado e uma lista de espera já para as próximas turmas”, destaca a coordenadora Educacional do Senac Estética, Maria José Miranda. Ela acrescenta que, o alto índice de empregabilidade também é outro atrativo, pois cerca de 100% dos alunos estão empregados, sendo que, muitas vezes, não é possível atender a toda a demanda do mercado.

quinta-feira, 15 de maio de 2008

Entrevista deputado estadual pelo PDT, Amauri Soares

Em entrevista exclusiva ao Jornal da Lagoa, o deputado estadual pelo PDT e sargento da polícia militar de Santa Catarina, Amauri Soares, diz que a polícia do estado tem uma defasagem de mais de seis mil homens e de dois mil bombeiros. O concurso aberto este ano irá preencher 700 vagas, mas ainda irá faltar muitos policiais para suprir o efetivo esperado. Hoje o policial não faz reivindicações por salários, mas quer saber quando terá mais colegas de trabalho para ajudar na grande demanda de trabalho por segurança pública.

No trabalho de prevenção e combate as drogas, há dez anos, o governo implantou o Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência (Proedi), que é um pacote de medidas importadas dos Estados Unidos que foi adaptado ao Brasil. O Predi busca abranger todos os colégios, na 4ª série, com alunos na idade de 10 anos, com palestras feitas por policiais na prevenção às drogas.

Mas a polícia também faz seu trabalho tradicional, que é a repressão. Usar drogas ilícitas não é crime e quando pego em flagrante, com maconha, por exemplo, o usuário não é mais preso, mas cumpre uma pena social. “Ao invés de ir para a cadeia vai cumprir uma pena alternativa. O usuário não é mais punido, mas o tráfico ainda continua forte”, diz o deputado Amauri Soares.

Para o deputado ainda continua morrendo muita gente no estado por tráfico de drogas. “É pobre matando pobre. Os grandes traficantes estão livres”, afirma o deputado. Muitos traficantes dizem que são usuários de drogas para escapar da prisão. Carregam consigo dez trouxas de cocaína, vendem, e quando são pegos pela polícia dizem que é para consumo. Como as cadeias estão lotadas, e o rigor das prisões tem diminuído, muitas vezes o pequeno traficante é solto e volta para casa.

Muitos pequenos traficantes vendem a droga para manterem o vício, mas muitos acabam consumindo mais do que acabam vendendo. Assim as contas não fecham e devem mais e mais para o dono do ponto de drogas. Isso causa dívidas com o chefe do tráfico que logo tira o repassador do comércio ilegal e o obriga a pagar a dívida. “O viciado rouba a própria mãe para sustentar o vício, vendendo televisão, DVD, geladeira, tudo para pagar o que consumiu e não vendeu”, afirma o deputado. O local preferido dos traficantes são as festas da juventude de classe média, onde o ecstasy é muito vendido e nos colégios é a maconha.

Sobre a redução da idade penal para 16 anos, o deputado é contrário a medida. Seria uma vingança do Estado contra o jovem traficante praticante do crime, teria pouco efeito prático e se o sistema penal já não dá conta de reabilitar os adultos, quanto mais colocar mais jovens na prisão.

Quando questionado sobre a situação dos presídios, Amauri Soares, diz que nunca foi um espaço de ressocialização, mas sim, serve para tirar de circulação o traficante. O deputado diz que já trabalhou 16 anos no sistema prisional e somente conheceu um caso de reabilitação, que um traficante formou-se professor. “Cria uma revolta, o criminoso sai pior como ser humano de quando entra da prisão”, diz o deputado. Muitos acabam voltando um dia, outros ficam mais experientes e não deixam ser presos em flagrante, sendo grandes dissimuladores.

Amauri Soares critica a posição da sociedade, afirmando que o mercado de trabalho não absorve de fora humanitária os trabalhadores. Em uma sociedade onde o cidadão possui emprego pleno, já diminuiria a criminalidade, mesmo que ainda não fosse o fim das drogas, sendo que existem consumidores empregados e que continuam a financiar o tráfico.

Na favela, um menino de 12 anos, que ganha 100 reais por semana, podendo ser olheiro ou carregador, quando tiver 18 anos não vai querer trabalhar. É mais emocionante para o adolescente disputar território com o policial, já que as meninas gostam mais dele do que um garoto que estude.

Essa simbologia do poder, não avalia a pessoa pelo ser, mas pelo ter. O que importa é o consumo, não adianta ser legal, importa ter. E por causa de um tênis ou de uma bermuda o traficante mata na favela, para roubar ou quando acha que está sendo enganado. Com 14 ou 16 anos o traficante já é dono do bairro com uma metralhadora na mão. Assim tem poder, tênis de marca, vai a festas, usa drogas e oferece proteção.


O Sargento Amauri Soares faz um paralelo entre dois irmãos gêmeos, um traficante e outro que trabalha e estuda. O irmão desse traficante, com 17 anos, que não usa drogas, não comercializa, não usa armas, sai de casa de manhã para trabalhar e estuda, nenhuma menina vai querer ele. “Ele não está com nada. Esta simbologia precisa mudar. Para que este quadro mude é preciso que as pessoas tenham condições matérias iguais ou parecidas”, diz o deputado.


Quando o traficante entra para o crime dificilmente ele sai dessa vida. A cada dia que passa, manda cada vez mais, não vai querer um emprego de salário mínimo que pode receber broncas do chefe ainda por cima. E para mandar não vai poder usar drogas, e ser for viciado, não terá como manter o controle do tráfico.


O deputado alerta que os verdadeiros traficantes estão na classe mais alta, com políticos corruptos, empresários influentes. “Estes são os poderosos, que são os chefes e dominam tudo. A polícia, sozinha, não consegue combater o crime”, diz Amauri Soares.

O filho do operário que vira traficante tem que ser muito sagaz para envelhecer e ficar rico, a maioria morre jovem. “Ele cheira todo dia. É raro enriquecer e ficar velho com o tráfico”, alerta o deputado.


Para o deputado Amauri Soares a polícia precisa de mais efetivo, com um trabalho conjunto com a sociedade. “Hoje o policial trata a sociedade como inimiga, mas isso não é verdade. Cria-se um estigma com o usuário de drogas e não há uma propaganda para alertar o usuário que polícia não é inimiga”, diz o deputado.


Amauri Soares diz que é possível acabar com o tráfico de drogas, mas não no capitalismo, que é consumista, individualista e exibicionista. “Quem ganha na verdade com o tráfico é a classe dominante, já que é mais interessante ter o jovem drogado do que fazendo política. Assim a juventude não tem tempo de se organizar e de lutar por outra sociedade”, diz o deputado.

Inscrições abertas para cursos de qualificação profissional do Cefet-SC


O Centro Federal de Educação Tecnológica de Santa Catarina (Cefet-SC) abre a partir desta quinta-feira, dia 15, até o dia 29 de maio, inscrições para dois cursos gratuitos de qualificação profissional em Florianópolis. São 34 vagas para os cursos de Higiene e Manipulação de Alimentos, módulos Mesa (18 vagas) e Padaria (16 vagas). As inscrições, sem cobrança de taxa, são feitas pessoalmente na Unidade Continente do Cefet-SC (R. 14 de Julho, n.º 150, Coqueiros, ao lado do Parque de Coqueiros), onde ocorrerão as aulas. Para inscrever-se, basta apresentar documento de identidade.

Os dois cursos têm carga horária de 20 horas divididas em cinco aulas e conferem ao aluno certificado de qualificação profissional emitido pelo Cefet-SC. Caso algum curso tenha mais inscritos do que vagas disponíveis, haverá sorteio em 30 de maio na Unidade Continente para definir o ingresso. Mais informações no site www.cefetsc.edu.br ou pelos telefones (48) 3271-1418, 3271-1419 ou 3271-1420.


quarta-feira, 14 de maio de 2008

Psicopedagoga reconhecida internacionalmente realiza curso em Florianópolis

O ambulatório de dificuldades de aprendizagem do Hospital Infantil Joana de Gusmão promove, na segunda-feira (19), um curso com uma das maiores psicopedagogas da América Latina, Alicia Fernandez. O evento é destinado a educadores, e tem como objetivo debater questões ligadas ao processo de aprendizagem de crianças e adolescentes. O curso será realizado das 8 às 17 horas, no Hotel Cambirela, (Avenida Max Schramm, 2199, Estreito), em Florianópolis.

Reconhecida internacionalmente, a argentina Alicia Fernandez é diretora da Escola de Psicopedagogia de Buenos Aires. No encontro, ela vai abordar a inteligência aprisionada, a importância da inclusão dos estudantes com dificuldades de aprendizagem e sua relação com o professor.

Durante o encontro, haverá ainda uma apresentação do serviço prestado pelo ambulatório do Hospital Infantil, tido como referência estadual no atendimento psicopedagógico. No local, os profissionais avaliam e fazem a intervenção psicopedagógica em alunos com dificuldades de aprendizagem, além de orientar e capacitar as escolas e os professores.

Cerca de 60% das crianças atendidas apresentam dislexia, uma desordem orgânica no processo de aquisição da leitura e da escrita. Segundo a psicopedagoga e coordenadora do ambulatório, Lucimara Maia, a maior parte das crianças disléxicas e repetentes na escola não recebe ajuda especializada e, por isso, acaba desenvolvendo hiperatividade e desatenção. “Normalmente, o desinteresse pelos estudos provoca a reprovação, mas as crianças não podem encarar isso como um fracasso. Elas devem entender que é uma possibilidade de trilhar uma nova caminhada, tendo os pais e a escola como parceiros”, explica.

As inscrições para o curso devem ser feitas antecipadamente pelos telefones (48)3244-5984 ou 9992-3487.

Governo propõe doação de terreno para Centro Cultural

O governador Luiz Henrique assinou na tarde desta terça-feira (13) mensagem à Assembléia Legislativa (AL) propondo a doação de um terreno para instalação de um centro cultural Brasil-França em Florianópolis.

O embaixador da França no Brasil, Antoine Pouillieute, que está em Santa Catarina desde a última segunda-feira (12), disse ao governador que a França saberá retribuir o gesto e convidou Luiz Henrique a participar, em Brasília, das comemorações do aniversário da República francesa.O embaixador comandava uma comitiva de integrantes da embaixada e de empresários franceses interessados em investir em Santa Catarina. O governador confirmou a realização, em novembro de 2009, de uma Semana Francesa de Microeletrônica, em Florianópolis.

FETRAF-SUL DISCUTE SEGURANÇA ALIMENTAR E PREÇO DOS INSUMOS EM AUDIÊNCIA NA ALESC

Os alimentos estão mais caros e, no mundo todo, o tema deixa autoridades em alerta, provocando debates em torno das possíveis causas para a escassez de comida. Na Assembléia Legislativa o assunto foi discutido, nesta manhã (13), pela Comissão de Agricultura e Política Rural, a pedido da Federação dos Trabalhadores na Agricultura Familiar (Fetraf-Sul). Ao final do encontro ficou definido o envio de um documento, com as reivindicações e preocupações do setor, às autoridades competentes na esfera estadual e federal.

A entidade propôs que a elaboração e aplicação de políticas públicas para que o pequeno produtor rural não seja atingido por este cenário. Para fazer frente aos problemas que geraram esta situação, o representante da Fetraf-Sul, Daniel Kothe, vê como necessários investimentos federais no setor. Uma das propostas está na criação de um Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) para a agricultura familiar. Kothe aponta para um conjunto de condições que levam ao receio de que isto venha atingir o Brasil. Segundo ele, pode se relacionar o monopólio de uma multinacional que controla cerca de 80% do mercado de insumos agrícolas, além da alta do petróleo e seus reflexos sobre os preços em geral.

O preço do barril de petróleo apresenta uma relação direta com o valor dos alimentos, influindo diretamente em duas pontas: na produção e na distribuição. Com a agricultura bastante industrializada são demandadas grandes quantidades do produto, para uso em maquinário, tratores, fertilizantes, transporte, até o produto chegar ao consumidor.

Consumo

Outro fato apontado pela Fetraf-Sul é o aumento do consumo de alimentos por países como África e China, o que tem levado à especulação financeira e, por conseqüência, o aumento das exportações. Essa equação provoca uma alta nos valores negociados e causa risco de desabastecimento dos mercados internos. Também porque os produtores preferem segurar estoques à espera do aumento de preços. A situação fica ainda mais grave com o mercado de capital comprando safras futuras.

Esta mudança de estratégia dos investidores veio com a queda do dólar, migrando para a aplicação em commodities de produtos agrícolas em busca de melhor rentabilidade, o que também contribui para aumentar o preço de determinados produtos, caso do arroz e do trigo. Alguns especialistas acrescentam à lista a busca por uma nova matriz energética através dos biocombustíveis, o que exige grandes áreas de plantações destinadas à produção de energia. Daniel Kothe lembra, em particular, o caso da utilização de milho pelos Estados Unidos para a produção de etanol. “O grande problema está no desequilíbrio que isso poderá causar na base da cadeia alimentar e na própria produção. O milho é uma cultura alimentar que começou a ter um desvio de finalidade, com a utilização deste alimento para a produção do etanol.” Com a redução da oferta de milho, os preços de seus derivados subiram, dando início a um processo em cascata. Ou seja, com menos milho mercado, o preço da ração dos animais foi majorado e, conseqüentemente, o das carnes também.

Os participantes da audiência pública convergem para a opinião de que é necessária uma discussão e maior preocupação sobre as questões de soberania e segurança alimentar. O deputado Dirceu Dresch (PT), que solicitou a audiência na Comissão de Agricultura, entende que ambas estão relacionadas, respectivamente, a uma garantia de atendimento à demanda do mercado interno e da utilização da produção prioritariamente como alimento para as pessoas. Santa Catarina, tendo como característica o modelo de grande produtor de alimentos através das pequenas propriedades rurais, tende a sentir de imediato este reflexo. Dresch cita como exemplo o aumento do preço do pão, já percebido pelos consumidores. Ele explica que, ao invés de abastecer o mercado interno, o Brasil exporta cerca de 50% do trigo produzido. “Com este volume poderia perfeitamente atender a demanda interna do produto.”

Os encaminhamentos a serem feitos através da comissão, além da sugestão de um PAC para a agricultura, voltam-se para investimento em infra-estrutura e política agrícolas que estabeleçam condições como preços mínimos reguladores. O Superintendente Regional da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), Sione Lauro de Souza, diz que em Santa Catarina o problema está na falta de estrutura de armazenamento. A Conab tem recursos para a compra de grãos, mas não possui estrutura para guardá-los, uma vez que o único silo existente está de Herval do Oeste, construído em 1957.

Souza acredita que, para regular o preço do produto para o consumidor, o estado deveria ter uma estrutura para a armazenagem de 100 mil toneladas. “Hoje, nossa capacidade é de cinco mil toneladas para granel, tendo como estrutura única, o silo vertical de Herval do Oeste”. Atualmente, este problema é amenizado com a ampliação das estruturas de armazenamento feitas pelas cooperativas.
Fonte: (Scheila Dziedzic/Divulgação Alesc)

Santa Catarina realiza primeira Conferência GLBTT

Começa na quarta-feira (14), em Florianópolis, a 1ª Conferência Estadual de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais (GLBTT) de Santa Catarina. A abertura do evento acontece às 19 horas, no Hotel São Sabastião, na praia do Campeche, com a apresentações culturais e jantar de confraternização. Durante os três dias da conferência, cerca de 150 participantes vão discutir os “Direitos Humanos e Políticas Públicas: O caminho para garantir a cidadania de gays, bissexuais, lésbicas, travestis, transexuais em Santa Catarina”. A Conferência estadual vai eleger os delegados de Santa Catarina que vão participar da edição nacional que acontece entre os dias 6 e 8 de junho em Brasília. O encontro termina na sexta-feira (16).

Um dos principais objetivos da conferência é propor diretrizes para a implementação de políticas públicas e o plano nacional de promoção da cidadania e direitos humanos dos homossexuais e propor estratégias para fortalecer o Programa Brasil sem Homofobia. Na edição estadual serão escolhidos os 23 delegados que representarão o Estado no encontro nacional, sendo que, 15 vagas são para a sociedade civil e 8 vagas para representantes governamentais. De acordo com o regimento interno da conferência, a delegação de Santa Catarina para a Conferência Nacional deverá ser composta de no mínimo 50% de pessoas com identidade de gênero feminino (mulheres lésbicas, bissexuais, heterossexuais, transexuais femininas e travestis femininas) e 50% de pessoas com identidade de gênero masculino (gays, bissexuais, heterossexuais, transexuais masculinos e travestis masculinos).

As discussões sobre temas relacionados à Conferência começam na manhã de quinta-feira (15), com uma aula magna ministrada pela professora Mirian Pillar Grossi (UFSC), que falará sobre o tema central do encontro. Os participantes também vão elaborar o regimento interno da Conferência de Santa Catarina. Em seguida acontecem vários painéis que abordarão temas relacionados ao movimento GLBTT, como A Política Nacional de Promoção dos Direitos GLBTT: Programa Brasil sem Homofobia e Centros de Referências GLBTT de Santa Catarina; O Movimento GLBT e suas conquistas; entre outros. No último dia do encontro serão eleitos os delegados que representarão Santa Catarina na Conferência Nacional.

As inscrições podem ser feitas diretamente no site da conferência (www.djuc.ssp.sc.gov.br). A realização do evento é do Governo do Estado, através da Secretaria da Assistência Social, Trabalho e Habitação, da Secretaria da Segurança Pública e Defesa do Cidadão e diversos movimento GLBTT.

Mais informações:Clodoaldo Volpato
Assessor de ComunicaçãoSecretaria de Estado da Assistência Social, Trabalho e Habitação
Fone: 48 3229 3906 ou 9102 8852

Florianópolis sobe no ranking dos eventos internacionais

Florianópolis se firma cada vez mais como destino para congressos e feiras mundiais. Levantamento divulgado ontem (7), pela International Congress and Convention Association (ICCA) mostra que a cidade é a 5ª do Brasil que mais recebeu eventos internacionais em 2007 (ao todo foram nove).

A capital catarinense ficou atrás apenas de São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, e Porto Alegre. Foz do Iguaçu, Ouro Preto e Campinas completam a lista das únicas oito cidades do país citadas pela pesquisa, que leva em conta apenas as localidades que receberam no mínimo cinco eventos que se encaixam nos critérios de seleção.

A ICCA é a principal associação internacional do segmento e considera que um evento é internacional quando é itinerante por pelo menos três países, tem periodicidade fixa e conta com o mínimo de 50 participantes. No ranking mundial, Florianópolis está em 153º lugar. Parece pouco, mas está à frente de cidades como Punta del Leste (Uruguai), Los Angeles (EUA), Las Vegas (EUA) e Johannesburg (África do Sul).

A notícia da conquista de uma posição do ranking ICCA foi recebida com alegria pela diretora-executiva do Florianópolis Convention & Visitors Bureau (FC&VB), Maria Cláudia Evangelista. "O que mais nos alegra e demonstra nosso potencial para sediar eventos é que estamos vindo num crescente. E 2005 ficamos com a nona posição, em 2006 na sexta e este ano emplacamos como a quinta cidade brasileira que mais recebeu eventos internacionais no Brasil. Deixamos para trás grandes cidades como Fortaleza, Recife, Brasília e Belo Horizonte, e isto certificado pela mais importante entidade de eventos do mundo, a ICCA. O importante disto tudo é que estamos consolidando o nome Florianópolis no mercado internacional e isto gera credibilidade para o destino. Nosso desafio agora é manter nossa cidade sempre entre as 10 mais do Brasil?, afirma.

A presidente da Embratur, a catarinense Jeanine Pires, também comemorou a conquista de Florianópolis. "O resultado divulgado pela ICCA é extremamente positivo, pois mostra a tendência de diversificação de destinos brasileiros competitivos internacionalmente. E Florianópolis, sem dúvida, está no grupo de cidades que se consolidam no ranking e estão aptas a receber um bom número de eventos internacionais todos os anos", afirma, presidente da Embratur.

A realização de eventos internacionais é positiva para a cidade em vários aspectos. Em primeiro porque garante uma boa movimentação econômica, já que se trata de um turista de bom poder aquisitivo. O gasto médio per capita de turistas estrangeiros em viagens de negócios é quase o dobro dos brasileiros: US$ 315 contra US$ 165,14, segundo pesquisa da Fundação Getúlio Vargas. Já o turista de lazer gasta em média US$ 73,53.

Mas o principal ganho para Florianópolis com a vinda de eventos internacionais está no fortalecimento da imagem da cidade como destino de excelência. Toda vez que um evento deste acontece, a cidade entra em evidência, e passa a ser vista como um destino em potencial para a realização de outros eventos, tanto internacionais, como nacionais. Além disso, a presença do congressista pode gerar um turismo de lazer futuro, com o retorno do visitante e a propaganda boca-a-boca.

As ações

A conquista do mercado internacional é resultado de um somatório de ações. Em destaque, o forte trabalho de divulgação que é realizado pelo FCVB, em parceria com a Santur, que se fazem presentes em diversas feiras internacionais, com o objetivo de vender o destino Florianópolis para eventos. A divulgação feita internamente no país também gera frutos, já que os eventos internacionais muitas vezes são organizados por entidades brasileiras.

O sucesso só tem sido possível também graças à qualificação dos serviços prestados e à melhoria da infra-estrutura da cidade para receber estes eventos internacionais. No setor de hotelaria, estaria o melhor exemplo desta tendência. Os hotéis da cidade estão bem preparados para receber este tipo de turista. Um ponto positivo é a vinda para a Capital de hotéis de bandeira internacional, o que torna a cidade ainda mais capacitada para receber o congressista estrangeiro.

Quanto aos prestadores de serviço, também houve uma melhora sensível. Hoje, tudo o que se precisa para a realização de um evento de grande porte é possível encontrar na cidade, onde atuam empresas que oferecem equipamentos de alta tecnologia nas áreas de áudio, vídeo, informática e outros. Sem falar em serviços indispensáveis como o de tradução simultânea.

Poeta catarinense lança primeira obra na Barca dos Livros

A poeta catarinense, nascida em São Bento do Sul, Francine Canto, lança no próximo dia 17, às 20h, na Biblioteca Barca dos Livros, o livro "Arquitetura da Luz" , com ilustrações de Tina Lautert

No formato de 24 cartões-postais soltos dentro de uma caixa-capa, "Arquitetura da Luz" é o primeiro livro de poemas da fotógrafa e poeta Francine Canto, 25. Influenciada por autores como Paulo Leminski, Helena Kolody, Adélia Prado, Drummond e Manuel de Barros, ela recolheu ao longo dos últimos anos mais de 700 poemas. Destes, 24 foram eleitos para compor seu primeiro livro.

Além de poeta Francine também é fotógrafa. Através das lentes das câmeras fotográficas ela aprendeu a ver a passagem da luz através das horas do dia. "Cada momento tem uma luz e cada luz um sentimento. Do casamento entre a percepção gerada pela fotografia e a poesia surgiu o livro no qual cada poema evoca uma hora do dia.Muitas são as metáforas que surgem daí. Cada hora tem sua aurora, cada amanhecer é uma nova vida, cada dia é uma vida inteira", resume a autora.

Francine convidou uma amiga artista plástica, Tina Lautert, por quem tem grande admiração, para ilustrar cada poema. Grande foi a supresa das duas ao perceberem o quanto suas obras vinham caminhando juntas mesmo antes de se conhecerem. Das 24 ilustrações que compõem o livro, apenas quatro foram feitas especialmente para o trabalho.

No lançamento na Barca dos Livros, Francine vai declamar alguns poemas de "Arquitetura da Luz" acompanhada pelos músicos Polo Cabrera, Massashi Murahara e Frederico Malverde.

SERVIÇO: Espetáculo e Lançamento do livro de poemas "ARQUITETURA DA LUZ"
ONDE: Cafeteria da Biblioteca Barca dos Livros
QUANDO: 17/05 (Sábado)
HORÁRIO: 20h.
COUVERT: R$5,00.
VALOR do LIVRO: R$25,00 e R$20,00 no dia do lanaçamento

Texto impresso na capa:

ARQUITETURA DA LUZ

Cada hora tem a sua luz, um poema para cada hora.

Esta geometria de palavras expressas em cores registra a luz dasflores que iluminam o dia e deixa a marca de mulheres que tocam seustambores à luz da lua.

O livro Arquitetura da Luz foi escrito por Francine Canto eilustrado por Tina Lautert na Ilha Mágica de Santa Catarina

Cada hora tem a sua aurora.
Cada momento é chamariz ao renascimento.

Cursos gratuitos ensinam informática em São José

Aulas acontecem no Campus da Univali em São José

São José/SC – A Universidade do Vale do Itajaí (Univali), está com inscrições abertas para cursos gratuitos de informática. As aulas acontecem no Campus da Univali em São José. Podem participar egressos ou concluintes do ensino médio e profissionais da área da informática.

Ao todo são 110 vagas distribuídas pelos cursos de Introdução a Programação Java, Introdução ao Desenvolvimento Web com Java, Básico de Autocad, Introdução ao Linux, Administração de Redes em Linux, Configuração de Servidores, Controle de Conteúdo Web e Construção de Páginas na Web. Confira a programação:

Curso: Administração de Redes em Linux
Quando: 31 de Maio e 07 de junho – das 14h00 às 17h00 – Carga horária: 06 horas.
Número de vagas: 10

Curso: Básico de Autocad
Quando: 17 e 31 de Maio – das 09h00 às 12h00 – Carga horária: 06 horas.
Número de vagas: 22

Curso: Configurando Servidores
Quando: 14 de Junho – das 13h30 às 17h30 – Carga horária: 04 horas.
Número de vagas: 10

Curso: Construindo páginas na web
Quando: 28 de Junho – das 13h30 às 17h30 – Carga horária: 04 horas.
Número de vagas: 16

Curso: Controle de conteúdo web
Quando: 28 de Junho – das 13h30 às 17h30 – Carga horária: 04 horas.
Número de vagas: 10

Curso: Introdução a programação Java
Quando: 17 e 31 de Maio – das 09h00 às 12h00 – Carga horária: 06 horas.
Número de vagas: 16

Curso: Introdução ao desenvolvimento web com Java
Quando: 07 e 17 de Junho – das 09h00 às 12h00 – Carga horária: 06 horas.
Número de vagas: 16

Curso: Introdução ao Linux
Quando: 17 de Maio – das 13h30 às 17h30 – Carga horária: 04 horas.
Número de vagas: 10

As inscrições podem ser feitas pelo e-mail: anita.fernandes@univali.br e serão aceitas por ordem de chegada até o preenchimento das vagas disponíveis por curso. Mais informações: (48) 3281-1549.

quinta-feira, 8 de maio de 2008

Privatização dos hospitais de Santa Catarina

O Sindsaúde está realizando uma série de manifestações para alertar a população dos problemas que a saúde pública vem passando em Florianópolis e Santa Catarina. A falta de funcionários, a precarização dos serviços e as privatizações do setor são as principais preocupações da entidade. O sindicato cita o exemplo de um concurso aberto em 2006 para preencher vagas de servidores nos hospitais de Florianópolis, mas ainda não foi convocado ninguém. Além disso, os servidores não estão sendo motivados para fazer carreira, e quando se aposentam as suas vagas não são repostas por novos funcionários.

Hoje o atendimento em uma emergência demora de quatro a cinco horas. Com a privatização dos serviços, os médicos não recebem mais por pacientes atendidos, como era na época em que eram servidores exclusivos do estado catarinense. Na emergência do hospital Celso Ramos a capacidade de leitos é para doze pacientes, mas hoje existem mais de 50 pessoas, e somente cinco funcionários para atender a todos.

Segundo o Sindsaúde, é impossível pensar o paciente de forma integral, com um bom atendimento psicológico e de enfermagem. Falta material, como seringas, soro e gases. Quando o governo abre licitação pública para a compra de materiais, com a troca de fornecedores, atrasa o abastecimento de matérias clínicos dos hospitais, afetando a saúde e o bem estar dos pacientes.

Outra privatização do setor foi as lavanderias. São 293 municípios no estado para 14 unidades hospitalares, em Florianópolis, São José, Lages, Ibirama, Joinville e Mafra. Em Lages, o hospital envia as roupas dos pacientes para serem lavadas em São José, com um transporte de mais de 200km. Com isso, existe o risco de contaminação para qualquer um que entre em contato com as roupas, sendo que o hospital tem máquinas e funcionários públicos para fazer o serviço.

Outro problema da privatização são os doentes que necessitem de uma dieta especial, como os diabéticos. Quem sofre de hipoglicemia precisa de uma alimentação rica em açúcar, para efeito rápido no organismo. Com a terceirização, depois das 21h não tem mais funcionários para servir as refeições, como biscoitos, leite e chás, sendo o paciente obrigado a ser medicado em caso de urgência.

No Cepon, para que o paciente com câncer faça o tratamento com radioterapia ou quimioterapia, ele precisa fazer antes exames como tomografia, ressonância, que eram realizados no próprio Cepon. Com a privatização, o paciente é obrigado a fazer os exames nos postos de saúde para depois ser atendido no Cepon. Com isso, elevou a espera de um paciente com câncer para receber atendimento em mais de um ano.

Ainda no Cepon, segundo o Sindsaúde, não é possível fazer um tratamento humanizado com os pacientes. Faltam médicos e dos 40 leitos existentes, somente oito estão em atendimento. Para que seja realizada a quimioterapia e a radioterapia, deve-se ter a presença de um médico, sendo vetado a um enfermeiro.

Há também o problema que os funcionários do estado não querem trabalhar para a o setor privado. No Hemosc, 97% dos funcionários são contra a privatização, já que fizeram concurso público e acreditam que sendo funcionários do estado estão cumprindo o seu dever de cidadão - que é auxiliar a quem precisa, ao contrário do setor privado, que somente visa o lucro.

Para o Sindsaúde a privatização favorece a grupos políticos capitalistas. Hoje, o salário médio de quem administra os hospitais privatizados está em torno de R$ 8 mil. De janeiro de 2007 a outubro de 2007, os hospitais públicos privatizados tiveram um lucro de R$ 1.500 mil. Este lucro que antes era investido na ampliação do atendimento e serviços dos hospitais, agora está sendo aplicado na bolsa de valores, para gerar mais lucro para os administradores dos hospitais.

Em Joinville o Samu foi privatizado e próximo passo é privatizar o de Florianópolis. Para o Sindsaúde, o que irá acontecer é que quem tiver plano de saúde terá atendimento preferencial no socorro de acidentes para as emergências hospitales. Quem não tiver plano de saúde, corre o risco de nem mais ser socorrido por uma ambulância privatizada.

Catarinense nas olímpiadas de Pequim



Na Olimpíada de Atenas, Bruno Fontes foi reserva de Robert Scheidt. Para esta olimpíada ele conseguiu o índice mundial, com o melhor tempo do Brasil, e conquistou a vaga para Pequim. Cada país tem o seu pré-olímpico. O do Brasil aconteceu no Rio de Janeiro, na Baía de Guanabara. Em dois anos consecutivos, Bruno Fontes não perde nenhuma competição no Brasil, mas a última prova no Rio de Janeiro foi crucial para que conquistasse a vaga para Pequim. Casso perdesse, ficaria sem a vaga olímpica.

Bruno Fontes tem 28 anos, pratica o esporte há 21 anos, é catarinense e mora em Florianópolis. É atleta profissional, mas também é formado em Engenharia Ambiental pela Universidade Federal de Santa Catarina. Hoje é atleta profissional há 4 anos e tem diversos patrocínios, além de treinar seis horas por dia. Seus patrocinadores são a Unimed, Eletrosul, Gonden Air, Brasil Telecom e o governo de Santa Catarina, com a isenção de ICMS aos patrocinadores.

O atleta quer buscar a medalha de ouro e para isso treina intensamente. Mesmo sendo um esporte amador, o profissionalismo é muito grande, tanto no Brasil quanto na Europa, onde surgiu o esporte. Antes das olimpíadas, Bruno Fontes viaja para competir na França, Holanda, e vai a China fazer treinos para reconhecimentos da prova olímpica.

No Brasil, existem atualmente mais de dois mil filiados competindo iatismo. No mundo este número ultrapassa mais de 200 mil. Bruno Fontes diz que qualquer esporte olímpico deve ter uma boa preparação. Seu treinador é Marcelo Gusmão. O atleta treina pela manhã, por duas horas, a parte física em uma academia, e à tarde, na água, por mais quatro horas.

Em Pequim, serão mais de 50 nações que estarão disputando medalhas no iatismo. Na classe laser os barcos são muitos parecidos, sendo que a real diferença é o talento de cada atleta. Bruno Fontes tem pela frente quatro competidores que terá que superar. Eles são, Tom Slinbys - australiano, Rasmus Mygreen- sueco, Júlio Ausogary- argentino e o espanhol Javier Hernandes.

O atleta diz que poderia ter desistido pela falta de apoio. Mas escolheu o esporte pelo estilo de vida e hoje é o melhor iatista do Brasil. Ele diz que batalhou por este sonho olímpico, que a pressão vai ser grande, mas que vai estar tranqüilo na competição.

Para os jovens atletas, Bruno Fontes lembra que dificuldades todos têm, mas é vai de cada um buscar o sonho de olhos bem abertos, e com atitude, persistindo até alcançar.

Bruno Fontes já perdeu a conta de quantos títulos tem. Mas lembra que tem mais de 50 títulos, como bi-campeão brasileiro e campeão sul-americano e está entre os 10 melhores iatistas do mundo. Mesmo assim, o atleta diz que falta um degrau a subir, que é ser medalhista olímpico. Ele lembra que a carreira de esportista é curta, mas vai de cada um saber o tempo que irá investir para chegar ao topo da carreira.

O Iatista diz irá subir no pódio e concretizar o sonho de ganhar uma medalha olímpica, ouvir o hino e levantar a bandeira nacional. Assim, Bruno Fontes ajuda o Brasil no quadro de medalhas e definitivamente entra para a história do esporte em Santa Catarina, no país e no mundo.

Carta de Amor - Marylena Salazar

Carta... de amor


Quero...
Queria você nos meus braços
(Caindo aos pedaços)
...de Amor por mim

Quero
Queria -você- num abraço
Enlaçado, nas dobras do peito
do -mesmo- Amor por mim

Queria (queria muito, mesmo) você...
E eu vestiria (um vestido) com todas
(as) Estrelinhas do céu
E... os peixinhos do Mar...
e o meu Amor:

Cantaria
Jubilaria
Brilharia
...nas fontes
...das águas
...frescas e límpidas
do Amor por ti

Sem fim


Marylena Salazar

Grafite nas ruas da ilha



André Rabelo Bittencourt, 25 anos, natural de Florianópolis, é um dos mais conceituados grafiteiros da ilha. Seus desenhos estão espalhados por toda a ilha e seu traço é inconfundível.

O desenho começou desde cedo na vida de André. Desde mais jovem era ele quem pintava as faixas e bandeiras nas gincanas da escola. Quando participou da torcida organizada Mancha Azul do Avaí, pintava as bandeiras da zona leste, com tinta tecido e rolinho. Na mesma época, começaram a aparecer as bandeiras de torcida grafitadas e daí começou a surgir interesse pela técnica.

Para treinar o traço do grafite, começou a desenhar em muros de terrenos baldios e da vizinhança onde morava, em um condomínio na Trindade. Depois começou a pedir para os donos de casas se poderia grafitar o muro, e os moradores perguntavam quanto iria custar a arte caso escolhessem o desenho.

Nos muros da cidade é possível encontrar o bomb, desenhos rápidos com poucas cores que são a marca do grafiteiro. O desenho é de um boneco de lado com os olhos bem arregalados. Para a polícia o bomb pode ser crime, desde que seja pintado na madrugada e escondido dos proprietários do local. Mas André sempre fez questão de grafitar de dia, aos olhos de todos, para não ter problemas.

Uma evolução do bomb é o peace, que são desenhos mais elaborados, com mais cores e profundidade que para muitos é considerado uma obra de arte. Todo o estudo de André é autodidata, aprendendo sozinho ou observando outros desenhistas. O grafiteiro também é formado em Publicidade pela Estácio de Sá e faz desenhos para empresas.

André Rabelo Bittencourt diz que sempre faz buscas na internet para saber o que está acontecendo no mundo do grafite, como novos estilos de letras e cores que mais combinem com o desenho.

Recentemente lançou uma marca de roupa em parceira com Digo, a Kingson, onde faz os desenhos sempre com uma coroa, sua mais nova marca registrada.